sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Emprego e renda: um direito do cidadão de Lucena.

Emprego e renda: um direito do cidadão de Lucena. Publicado em: 03/10/2011
A geração de emprego e renda tem que ser uma prioridade para o próximo gestor de Lucena. A cidade possui hoje um enorme cinturão de desempregados e subempregados, que passam por necessidades prementes, muitos possuindo como renda apenas os programas sociais do Governo federal, que não passam de esmolas e que viciam o cidadão, como diz o poeta popular.
Buscar formas capazes de abrir vagas e melhorar a qualidade de vida das pessoas é uma obrigação do poder público, embora essa responsabilidade seja subsidiária também da iniciativa privada. Mas é através de uma política de atração de novos negócios e de crescimento que se dá o desenvolvimento. E isso é papel da gestão pública.
Tem um trecho de texto de Bertold Brech que diz mais ou menos assim: “Uma cidade pode parecer pequena se comparada com um país, mas é na minha, na sua cidade, que a gente começa a ser feliz”. E de fato, a cidade é a menor célula federativa, mas é nela que começa a cidadania. E não há cidadania com fome, miséria, desemprego.
Também não há cidadania sem saúde de qualidade, sem políticas que garantam a segurança pessoal e da família, sem ensino de qualidade, sem ações que permitam que a pessoa humana possua o seu lugar onde morar com dignidade. A cidadania que é um direito constitucional que precisa ser pleno. Melhor, há de ser para todos, indistintamente.
Hoje convivemos com pessoas que estão num estágio de meia-cidadania, como se existisse meia-pessoa, meia-gente, meio-ser-humano. Ou há cidadania ou não existe ser humano. A condição é inata ao viver. E precisamos viver com dignidade, que passa pelo emprego e renda, pela valorização dos profissionais e das pessoas.
Aliás, o próximo gestor de Lucena tem que se preocupar com sua gente. Com a gente que não tem gente que a cuide. Com a gente que necessita do agente público. É preciso se entender que um Governo é feito para as pessoas, para melhorar o IDH – Índice de Desenvolvimento Humano.
As obras estruturantes são absolutamente necessárias, são importantes e urgentes, mas quando se trata de gente tem que ser diferente. A prioridade é maior, visceral, premente. E Lucena tem muita gente à beira da miséria, vivendo em palafitas, em casebres de taipa, em condições sub-humanas.
A educação também precisa ser objeto de uma ação especial, pois a melhor maneira de se mudar o mundo é através da cultura. Raízes culturais temos de sobra, mas precisamos melhorar o ensino, dando oportunidade de escola pública de qualidade para todos. A educação é base para o desenvolvimento, mas ninguém aprende nada com fome, com desemprego familiar, sem o mínimo para sobreviver.
Mas dá tempo mudar esse quadro. Falta apenas a decisão política, o querer, a vontade de fazer. A responsabilidade é de todos, mas nada será feito sem a coordenação do gestor público, sem as ações que a Prefeitura pode e deve tomar. Não importa quem seja o administrador, o que interessa é o resultado final, que a plenitude cidadã, com as garantias de vida com dignidade, do emprego e da renda para todos.
*Paulo de Tácio é jornalista, turismólogo e advogado; pós-graduado em turismo, história e meio ambiente; e doutorando em comunicação empresarial

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Verão 2012 por Juliana Pintto Acessórios

FALANDO EM MODA Verão 2012 por Juliana Pintto Acessórios 30/12/2011 O verão 2012 promete destaque também no mundo da moda. Tão importante quando o vestuário, os acessórios estão ganhando destaque na composição dos looks.­ ­ De diversas formas e modelos, as peças complementam seu visual, migrando do casual ao chic, fazendo a combinação correta.­ ­ Pensando nisso, a Fashion News trouxe para seus leitores, dicas com a design de acessórios e estudante de moda Juliana Pintto.­ ­ Juliana que está no mercado desde 2005, inova em suas composições, oferecendo além de peças para qualquer ocasião, um designer inovador e super antenado no mundo da moda. Com uma variedade de opções, você pode encontrar, anéis, colares, braceletes, brincos, cintos e acessórios em geral, nos mais diversos materiais, incluindo: corda, correntes, pedras naturais, cristais, strass, vidrilhos, tecidos nobres como musseline e devorê. Os anéis vem direito são de marcas nacionais e internacionais, completando as opções Separamos algumas opções para você acertar em cheio na virada do ano e começar 2012 dentro das principais tendências!
Coleção Verão 2012: Uma carta a Isabel O tema “brasilidade” nunca esteve tão em alta quanto neste verão. E para fechar com chave de ouro a produção de lindas peças para a estação mais quente do ano, trago para vocês a coleção de Alto Verão 2012 “Uma carta a Isabel” que retrata a liberdade de expressão e igualdade social. Baseada na relação entre as brancas sinhás da elite e suas mucamas na época da colonização do Brasil, o novo editorial traz o mesmo luxo dessas escravas "elitizadas", utilizando nas peças fios de corda, correntes, pedras naturais, cristais, strass, vidrilhos, tecidos nobres como musseline e devorê. Não deixando de fora os hits do verão como o color blocking, maxi colares e franjas, que foram os mais pedidos pela clientela. O luxo e a brasilidade tomaram conta dessa coleção que está de encher os olhos, pulsos, pescoço, dedos, cintura. Brasilidade que ganha as passarelas e se confunde nas ruas, na customização de nossas vidas, na aceitação – admiração do que se é e de quem somos. É nossa gente – de hoje e de ontem - inspirando a moda. As peças podem ser adquiridas pelo telefone (83) 8835.4046 com atendimento personalizado, ou pela página da rede social facebook/julianapinttoacessorios. A marca promete grandes novidades em 2012, no qual, vamos dizer sempre em primeira mão! Texto: Ricardo Tolêdo

Amanhã


Amanhã!? Apesar do hoje, Será a estrada que surge, Pra se trilhar...

Um Ano Novo significa dias novos a serem vividos a cada instante. É o instante da eternidade, na comunhão com Deus e com o próximo, cultivando a vida, no amor.

Desejo a tod@s @s amig@s virtuais e reais, um 2.012 de esperanças, tolerância, justiça... Ano rico das bênçãos de Deus!





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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

É difícil preencher vazio da falta de oração em família

Quarta-feira, 28 de dezembro de 2011, 12h22

É difícil preencher vazio da falta de oração em família, diz Papa

Reprodução / CTVBento XVI: ''A Casa de Nazaré é Escola de Oração, onde se aprende a escutar, meditar, penetrar o significado profundo da manifestação do Filho''

O Papa Bento XVI falou sobre a oração na Sagrada Família de Nazaré na Catequese desta quarta-feira, 28. Foi o último encontro das quartas-feiras, neste ano, entre o Pontífice e os peregrinos.

Leonardo Meira
Da Redação



"A Sagrada Família é ícone da Igreja doméstica, chamada a rezar em união. A família é Igreja doméstica e deve ser primeira escola de oração. [...] Uma educação autenticamente cristã não pode prescindir da experiência de oração. Se não se aprende a rezar em família, será depois difícil preencher esse vazio. E, portanto, gostaria de dirigir a vós o convite a redescobrir a beleza de rezar juntos como família, na escola da Sagrada Família de Nazaré. E, assim, tornar-vos realmente um só coração e uma só alma, uma verdadeira família", destaca.

Nessa perspectiva, a família cristã reza na intimidade doméstica, "mas reza também junto com a comunidade, reconhecendo-se parte do Povo de Deus em caminho".

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Catequese de Bento XVI sobre oração na Sagrada Família

O Santo Padre destacou que a Família de Nazaré é o primeiro modelo da Igreja em que, em torno da presença de Jesus e graças à sua mediação, vivem todos a relação filial com Deus Pai, que transforma também as relações interpessoais e humanas.

O Bispo de Roma ressaltou que é através da oração que nos tornamos capazes de aproximarmo-nos de Deus com intimidade e profundidade.

"A Casa de Nazaré, de fato, é uma Escola de Oração, onde se aprende a escutar, a meditar, a penetrar o significado profundo da manifestação do Filho de Deus, através do exemplo de Maria, José e Jesus. [...] Na Escola da Sagrada Família, nós compreendemos porque devemos ter uma disciplina espiritual, se queremos chegar a ser alunos do Evangelho e discípulos de Cristo", explicou.


Maria, José e "Pai"

Maria é o modelo insuperável da contemplação de Cristo, pois o é no seu ventre que o Filho se formou e tomou dela também uma semelhança humana. "À contemplação de Jesus, ninguém se dedicou com tanta assiduidade quanto Maria. As lembranças de Jesus, fixadas na sua mente e no seu coração, marcaram cada instante da existência de Maria. Ela vive com os olhos sobre Cristo e valoriza cada uma de Suas palavras. [...] A atitude de Maria diante do Mistério da Encarnação, atitude que se prolongará em toda a sua existência: conservar todas as coisas, meditando-as no seu coração".

A capacidade de Maria de viver do olhar de Deus é contagiante. O primeiro a fazer tal experiência é São José.

"O Evangelho, como sabemos, não conservou nenhuma palavra de José: a sua é uma presença silenciosa, mas fiel, constante, operosa. [...] Assim, no ritmo das jornadas transcorridas em Nazaré, entre a simples casa e a oficina de José, Jesus aprendeu a alternar oração e trabalho, e a oferecer a Deus também o cansaço para ganhar o pão necessário à família".

Outro episódio que vê a Sagrada Família de Nazaré reunida em um evento de oração é quando Jesus, aos doze anos, dirige-se com os seus pais ao Templo de Jerusalém.

"'Por que me procuráveis? Não sabíeis que devo ocupar-me das coisas de meu Pai?' (Lc 2,49). Após três dias de busca, os seus pais encontram-No no Templo, sentado entre os Mestres, que o escutavam e interrogavam (cf. 2,46). À pergunta sobre o porquê fez isso com seu pai e sua mãe, Ele responde que fez somente aquilo que deve fazer o Filho, isto é, estar junto ao Pai. Assim, Ele indica quem é o verdadeiro Pai, qual é a verdadeira casa, que Ele não fez nada de estranho, de desobediente. Permaneceu onde deve estar o Filho, isto é, junto ao Pai, e sublinhou quem é o seu Pai", explica Bento XVI.

Assim, a palavra "Pai" abre o mistério e é a chave do mistério de Cristo, que é o Filho, e abre também a chave do mistério nosso como cristãos, que somos filhos no Filho.

"Ao mesmo tempo, Jesus ensina-nos como ser filhos, exatamente no estar com o Pai em oração. O mistério cristológico, o mistério da existência cristã está intimamente ligado, fundado na oração".


A audiência

O encontro do Santo Padre com os cerca de 8 mil fiéis reunidos na Sala Paulo VI, no Vaticano, aconteceu às 10h30 (horário de Roma - 7h30 no horário de Brasília). A reflexão faz parte da "Escola de Oração", iniciada pelo Papa na Catequese de 4 de maio. O Pontífice iniciou uma nova seção, dedicada a Jesus e sua oração, na Catequese de 30 de novembro.

Na saudação aos fiéis de língua portuguesa, o Papa salientou:

"Amados peregrinos de língua portuguesa, a minha saudação amiga, vendo a vossa presença como a ocasião propícia para confiar ao Pai do Céu as vossas famílias e os sonhos de bem que abrigam no coração. Recebei, como penhor de paz e consolação, a minha Bênção Apostólica".


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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Feliz Natal



Aproveito este clima de festa para desejar a você um Natal cheio de amor e de perdão.

Amor, porque é nele que encontramos o verdadeiro sentido da vida.

Perdão, porque é através dele que damos ao amor o sentido mais pleno.

Mas, sobretudo, desejo que, quando todos se reunirem para celebrar o nascimento de Jesus, você tenha recebido do céu todas as bênçãos divinas, e que estas bênçãos se estendam à sua família, pois só uma família unida é símbolo de um Natal Feliz!!!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O Ovo e a Galinha


Clarice Lispector

De manhã na cozinha sobre a mesa vejo o ovo.
Olho o ovo com um só olhar. Imediatamente percebo que não se pode estar vendo um ovo. Ver o ovo nunca se mantêm no presente: mal vejo um ovo e já se torna ter visto o ovo há três milênios. – No próprio instante de se ver o ovo ele é a lembrança de um ovo. – Só vê o ovo quem já o tiver visto. – Ao ver o ovo é tarde demais: ovo visto, ovo perdido. – Ver o ovo é a promessa de um dia chegar a ver o ovo. – Olhar curto e indivisível; se é que há pensamento; não há; há o ovo. – Olhar é o necessário instrumento que, depois de usado, jogarei fora. Ficarei com o ovo. – O ovo não tem um si-mesmo. Individualmente ele não existe.
Ver o ovo é impossível: o ovo é supervisível como há sons supersônicos. Ninguém é capaz de ver o ovo. O cão vê o ovo? Só as máquinas vêem o ovo. O guindaste vê o ovo. – Quando eu era antiga um ovo pousou no meu ombro. – O amor pelo ovo também não se sente. O amor pelo ovo é supersensível. A gente não sabe que ama o ovo. – Quando eu era antiga fui depositária do ovo e caminhei de leve para não entornar o silêncio do ovo. Quando morri, tiraram de mim o ovo com cuidado. Ainda estava vivo. – Só quem visse o mundo veria o ovo. Como o mundo o ovo é óbvio.
O ovo não existe mais. Como a luz de uma estrela já morta, o ovo propriamente dito não existe mais. – Você é perfeito, ovo. Você é branco. – A você dedico o começo. A você dedico a primeira vez.
Ao ovo dedico a nação chinesa.
O ovo é uma coisa suspensa. Nunca pousou. Quando pousa, não foi ele quem pousou. Foi uma coisa que ficou embaixo do ovo. – Olho o ovo na cozinha com atenção superficial para não quebrá-lo. Tomo o maior cuidado de não entendê-lo. Sendo impossível entendê-lo, sei que se eu o entender é porque estou errando. Entender é a prova do erro. Entendê-lo não é o modo de vê-lo. – Jamais pensar no ovo é um modo de tê-lo visto. – Será que sei do ovo? É quase certo que sei. Assim: existo, logo sei. – O que eu não sei do ovo é o que realmente importa. O que eu não sei do ovo me dá o ovo propriamente dito. – A Lua é habitada por ovos.
O ovo é uma exteriorização. Ter uma casca é dar-se.- O ovo desnuda a cozinha. Faz da mesa um plano inclinado. O ovo expõe. – Quem se aprofunda num ovo, quem vê mais do que a superfície do ovo, está querendo outra coisa: está com fome.
O ovo é a alma da galinha. A galinha desajeitada. O ovo certo. A galinha assustada. O ovo certo. Como um projétil parado. Pois ovo é ovo no espaço. Ovo sobre azul. – Eu te amo, ovo. Eu te amo como uma coisa nem sequer sabe que ama outra coisa. – Não toco nele. A aura de meus dedos é que vê o ovo. Não toco nele – Mas dedicar-me à visão do ovo seria morrer para a vida mundana, e eu preciso da gema e da clara. – O ovo me vê. O ovo me idealiza? O ovo me medita? Não, o ovo apenas me vê. É isento da compreensão que fere. – O ovo nunca lutou. Ele é um dom. – O ovo é invisível a olho nu. De ovo a ovo chega-se a Deus, que é invisível a olho nu. – O ovo terá sido talvez um triângulo que tanto rolou no espaço que foi se ovalando. – O ovo é basicamente um jarro? Terá sido o primeiro jarro moldado pelos etruscos ? Não. O ovo é originário da Macedônia. Lá foi calculado, fruto da mais penosa espontaneidade. Nas areias da Macedônia um homem com uma vara na mão desenhou-o. E depois apagou-o com o pé nu.
O ovo é coisa que precisa tomar cuidado. Por isso a galinha é o disfarce do ovo. Para que o ovo atravesse os tempos a galinha existe. Mãe é para isso. – O ovo vive foragido por estar sempre adiantado demais para a sua época. – O ovo por enquanto será sempre revolucionário. – Ele vive dentro da galinha para que não o chamem de branco. O ovo é branco mesmo. Mas não pode ser chamado de branco. Não porque isso faça mal a ele, mas as pessoas que chamam ovo de branco, essas pessoas morrem para a vida. Chamar de branco aquilo que é branco pode destruir a humanidade. Uma vez um homem foi acusado de ser o que ele era, e foi chamado de Aquele Homem. Não tinham mentido: Ele era. Mas até hoje ainda não nos recuperamos, uns após outros. A lei geral para continuarmos vivos: pode-se dizer “um rosto bonito”, mas quem disser “O rosto”, morre; por ter esgotado o assunto.
Com o tempo, o ovo se tornou um ovo de galinha. Não o é. Mas, adotado, usa-lhe o sobrenome. – Deve-se dizer “o ovo da galinha”. Se eu disser apenas “o ovo”, esgota-se o assunto, e o mundo fica nu. – Em relação ao ovo, o perigo é que se descubra o que se poderia chamar de beleza, isto é, sua veracidade. A veracidade do ovo não é verossímil. Se descobrirem, podem querer obrigá-lo a se tornar retangular. O perigo não é para o ovo, ele não se tornaria retangular. (Nossa garantia é que ele não pode: não poder é a grande força do ovo: sua grandiosidade vem da grandeza de não poder, que se irradia como um não querer.) Mas quem lutasse por torná-lo retangular estaria perdendo a própria vida. O ovo nos expõe, portanto, em perigo. Nossa vantagem é que o ovo é invisível. E quanto aos iniciados, os iniciados disfarçam o ovo.
Quanto ao corpo da galinha, o corpo da galinha é a maior prova de que o ovo não existe. Basta olhar para a galinha para se tornar óbvio que o ovo é impossível de existir.
E a galinha? O ovo é o grande sacrifício da galinha. O ovo é a cruz que a galinha carrega na vida. O ovo é o sonho inatingível da galinha. A galinha ama o ovo. Ela não sabe que existe o ovo. Se soubesse que tem em si mesma o ovo, perderia o estado de galinha. Ser galinha é a sobrevivência da galinha. Sobreviver é a salvação. Pois parece que viver não existe. Viver leva a morte. Então o que a galinha faz é estar permanentemente sobrevivendo. Sobreviver chama-se manter luta contra a vida que é mortal. Ser galinha é isso. A galinha tem o ar constrangido.
É necessário que a galinha não saiba que tem um ovo. Senão ela se salvaria como galinha, o que também não é garantido, mas perderia o ovo. Então ela não sabe. Para que o ovo use a galinha é que a galinha existe. Ela era só para se cumprir, mas gostou. O desarvoramento da galinha vem disso: gostar não fazia parte de nascer. Gostar de estar vivo dói. – Quanto a quem veio antes, foi o ovo que achou a galinha. A galinha não foi sequer chamada. A galinha é diretamente uma escolhida. – A galinha vive como em sonho. Não tem senso de realidade. Todo o susto da galinha é porque estão sempre interrompendo o seu devaneio. A galinha é um grande sono. – A galinha sofre de um mal desconhecido. O mal desconhecido é o ovo. – Ela não sabe se explicar: “ sei que o erro está em mim mesma”, ela chama de erro a vida, “não sei mais o que sinto”, etc.
“Etc., etc., etc.,” é o que cacareja o dia inteiro a galinha. A galinha tem muita vida interior. Para falar a verdade a galinha só tem mesmo é vida interior. A nossa visão de sua vida interior é o que chamamos de “galinha”. A vida interior na galinha consiste em agir como se entendesse. Qualquer ameaça e ela grita em escândalo feito uma doida. Tudo isso para que o ovo não se quebre dentro dela. Ovo que se quebra dentro de galinha é como sangue.
A galinha olha o horizonte. Como se da linha do horizonte é que viesse vindo um ovo. Fora de ser um meio de transporte para o ovo, a galinha é tonta, desocupada e míope. Como poderia a galinha se entender se ela é a contradição de um ovo? O ovo ainda é o mesmo que se originou na Macedônia. A galinha é sempre tragédia mais moderna. Está sempre inutilmente a par. E continua sendo redesenhada. Ainda não se achou a forma mais adequada para uma galinha. Enquanto meu vizinho atende ao telefone ele redesenha com lápis distraído a galinha. Mas para a galinha não há jeito: está na sua condição não servir a si própria. Sendo, porém, o seu destino mais importante que ela, e sendo o seu destino o ovo, a sua vida pessoal não nos interessa.
Dentro de si a galinha não reconhece o ovo, mas fora de si também não o reconhece. Quando a galinha vê o ovo pensa que está lidando com uma coisa impossível. É com o coração batendo, com o coração batendo tanto, ela não o reconhece.
De repente olho o ovo na cozinha e vejo nele a comida. Não o reconheço, e meu coração bate. A metamorfose está se fazendo em mim: começo a não poder mais enxergar o ovo. Fora de cada ovo particular, fora de cada ovo que se come, o ovo não existe. Já não consigo mais crer num ovo. Estou cada vez mais sem força de acreditar, estou morrendo, adeus, olhei demais um ovo e ele me foi adormecendo.
A galinha não queria sacrificar a sua vida. A que optou por querer ser “feliz”. A que não percebia que, se passasse a vida desenhando dentro de si como numa iluminura o ovo, ela estaria servindo. A que não sabia perder-se a si mesma. A que pensou que tinha penas de galinha para se cobrir por possuir pele preciosa, sem entender que as penas eram exclusivamente para suavizar, a travessia ao carregar o ovo, porque o sofrimento intenso poderia prejudicar o ovo. A que pensou que o prazer lhe era um dom, sem perceber que era para que ela se distraísse totalmente enquanto o ovo se faria. A que não sabia que “eu” é apenas uma das palavras que se desenham enquanto se atende ao telefone, mera tentativa de buscar forma mais adequada. A que pensou que “eu” significa ter um si-mesmo. As galinhas prejudiciais ao ovo são aquelas que são um “eu” sem trégua. Nelas o “eu” é tão constante que elas já não podem mais pronunciar a palavra “ovo”. Mas, quem sabe, era disso mesmo que o ovo precisava. Pois se elas não estivessem tão distraídas, se prestassem atenção à grande vida que se faz dentro delas, atrapalhariam o ovo.
Comecei a falar da galinha e há muito já não estou falando mais da galinha. Mas ainda estou falando do ovo.
E eis que não entendo o ovo. Só entendo o ovo quebrado: quebro-o na frigideira. É deste modo indireto que me ofereço à existência do ovo: meu sacrifício é reduzir-me à minha própria vida pessoal. Fiz do meu prazer e da minha dor o meu destino disfarçado. E ter apenas a própria vida é, para quem viu o ovo, um sacrifício. Como aqueles que, no convento, varrem o chão e lavam a roupa, servindo sem a glória de função maior, meu trabalho é o de viver os meus prazeres e as minhas dores. É necessário que eu tenha a modéstia de viver.
Pego mais um ovo na cozinha, quebro-lhe a casca e forma. E a partir deste instante exato nunca existiu um ovo. É absolutamente indispensável que eu seja uma ocupada e uma distraída. Sou indispensavelmente um dos que renegam. Faço parte da maçonaria dos que viram uma vez o ovo e o renegam como forma de protegê-lo. Somos os que se abstêm de destruir, e nisso se consomem. Nós, agentes disfarçados e distribuídos pelas funções menos reveladoras, nós às vezes nos reconhecemos. A um certo modo de olhar, há um jeito de dar a mão, nós nos reconhecemos e a isto chamamos de amor. E então, não é necessário o disfarce: embora não se fale, também não se mente, embora não se diga a verdade, também não é necessário dissimular. Amor é quando é concedido participar um pouco mais. Poucos querem o amor, porque o amor é a grande desilusão de tudo o mais. E poucos suportam perder todas as outras ilusões. Há os que voluntariam para o amor, pensando que o amor enriquecerá a vida pessoal. É o contrário: amor é finalmente a pobreza. Amor é não ter. Inclusive amor é a desilusão do que se pensava que era amor. E não é prêmio, por isso não envaidece, amor não é prêmio, é uma condição concedida exclusivamente para aqueles que, sem ele, corromperiam o ovo com a dor pessoal. Isso não faz do amor uma exceção honrosa; ele é exatamente concedido aos maus agentes, àqueles que atrapalhariam tudo se não lhes fosse permitido adivinhar vagamente.
A todos os agentes são dadas muitas vantagens para que o ovo se faça. Não é o caso de se ter inveja pois, inclusive algumas das condições, piores do que as dos outros, são apenas as condições ideais para o ovo. Quanto ao prazer dos agentes, eles também o recebem sem orgulho. Austeramente vivem todos os prazeres: inclusive é o nosso sacrifício para que o ovo se faça. Já nos foi imposta, inclusive uma natureza adequada a muito prazer. O que facilita. Pelo menos torna menos penoso o prazer.
Há casos de agentes que se suicidam: acham insuficientes as pouquíssimas instruções recebidas e se sentem sem apoio. Houve o caso do agente que revelou publicamente ser agente porque lhe foi intolerável não ser compreendido, e ele não suportava mais não ter o respeito alheio: morreu atropelado quando saía de um restaurante. Houve um outro que nem precisou ser eliminado: ele próprio se consumiu lentamente na sua revolta, sua revolta veio quando ele descobriu que as duas ou três instruções recebidas não incluíam nenhuma explicação. Houve outro também eliminado, porque achava que “a verdade deve ser corajosamente dita”, e começou em primeiro lugar a procurá-la; dele se disse que morreu em nome da verdade com sua inocência; sua aparente coragem era tolice, e era ingênuo o seu desejo de lealdade, ele compreendera que ser leal não é coisa limpa, ser leal é ser desleal para com todo o resto. Esses casos extremos de morte não são por crueldade. É que há um trabalho, digamos cósmico, a ser feito, e os casos individuais infelizmente não podem ser levados em consideração. Para os que sucumbem e se tornam individuais é que existem as instituições, a caridade, a compreensão que não discrimina motivos, a nossa vida humana enfim.
Os ovos estalam na frigideira, e mergulhada no sonho preparo o café da manhã. Sem nenhum senso da realidade, grito pelas crianças que brotam de várias camas, arrastam cadeiras e comem, e o trabalho do dia amanhecido começa, gritado e rido e comido, clara e gema, alegria entre brigas, dia que é o nosso sal e nós somos o sal do dia, viver é extremamente tolerável, viver ocupa e distrai, viver faz rir.
E me faz sorrir no meu mistério. O meu mistério é que eu ser apenas um meio, e não um fim, tem-me dado a mais maliciosa das liberdades: não sou boba e aproveito. Inclusive, faço um mal aos outros que, francamente. O falso emprego que me deram para disfarçar a minha verdadeira função, pois aproveito o falso emprego e dele faço o meu verdadeiro; inclusive o dinheiro que me dão como diária para facilitar a minha vida de modo a que o ovo se faça, pois esse dinheiro eu tenho usado para outros fins, desvio de verba, ultimamente comprei ações na Brahma e estou rica. A isso tudo ainda chamo de ter a necessária modéstia de viver. E também o tempo que me deram, e que nos dão apenas para que no ócio honrado o ovo se faça, pois tenho usado esse tempo para prazeres ilícitos e dores ilícitas, inteiramente esquecida do ovo. Esta é a minha simplicidade.
Ou é isso mesmo que eles querem que me aconteça, exatamente para que o ovo se cumpra? É liberdade ou estou sendo mandada? Pois venho notando que tudo que é erro meu tem sido aproveitado. Minha revolta é que para eles eu não sou nada, eu sou apenas preciosa: eles cuidam de mim segundo por segundo, com a mais absoluta falta de amor; sou apenas preciosa. Com o dinheiro que me dão, ando ultimamente bebendo. Abuso de confiança? Mas é que ninguém sabe como se sente por dentro aquele cujo emprego consiste em fingir que está traindo, e que termina acreditando na própria traição. Cujo emprego consiste em diariamente esquecer. Aquele de quem é exigida a aparente desonra. Nem meu espelho reflete mais um rosto que seja meu. Ou sou um agente, ou é a traição mesmo.
Mas durmo o sono dos justos por saber que minha vida fútil não atrapalha a marcha do grande tempo. Pelo contrário: parece que é exigido de mim que eu seja extremamente fútil, é exigido de mim inclusive que eu durma como justo. Eles me querem preocupada e distraída, e não lhes importa como. Pois, com minha atenção errada e minha tolice grave, eu poderia atrapalhar o que se está fazendo através de mim. É que eu própria, eu propriamente dita, só tenho mesmo servido para atrapalhar. O que me revela que talvez eu seja um agente é a idéia de que meu destino me ultrapassa: pelo menos isso eles tiveram mesmo que me deixar adivinhar, eu era daqueles que fariam mal o trabalho se ao menos não adivinhassem um pouco; fizeram-me esquecer o que me deixaram adivinhar, mas vagamente ficou-me a noção de que meu destino me ultrapassa, e de que sou instrumento do trabalho deles. Mas de qualquer modo era só instrumento que eu poderia ser, pois o trabalho não poderia ser mesmo meu. Já experimentei me estabelecer por conta própria e não deu certo; ficou-me até hoje essa mão trêmula. Tivesse eu insistido um pouco mais e teria perdido para sempre a saúde. Desde então, desde essa malograda experiência, procuro raciocinar desse modo: que já me foi dado muito, que eles já me concederam tudo o que pode ser concedido; e que os outros agentes, muito superiores a mim, também trabalharam apenas para o que não sabiam. E com as mesmas pouquíssimas instruções. Já me foi dado muito; isto, por exemplo: uma vez ou outra, com o coração batendo pelo privilégio, eu pelo menos sei que não estou reconhecendo! Com o coração batendo de emoção, eu pelo menos não compreendo! Com o coração batendo de confiança, eu pelo menos não sei.
Mas e o ovo? Este é um dos subterfúgios deles: enquanto eu falava sobre o ovo, eu tinha esquecido do ovo. “Falai, falai”, instruíram-me eles. E o ovo fica inteiramente protegido por tantas palavras. Falai muito, é uma das instruções, estou tão cansada.
Por devoção ao ovo, eu o esqueci. Meu necessário esquecimento. Meu interesseiro esquecimento. Pois o ovo é um esquivo. Diante de minha adoração possessiva ele poderia retrair-se e nunca mais voltar. Mas se ele for esquecido. Se eu fizer o sacrifício de esquecê-lo. Se o ovo for impossível. Então – livre, delicado, sem mensagem alguma para mim – talvez uma vez ainda ele se locomova do espaço até esta janela que desde sempre deixei aberta. E de madrugada baixe no nosso edifício. Sereno até a cozinha. Iluminando-a de minha palidez.
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

História de Boa Ventura PB








Vila de São Boa Ventura, fundada em 29 de Dezembro de 1773, sendo seus fundadores o coronel Francisco Diniz, com seu genro e filha, o alferes Luiz Pinto de Sousa e Maria de Oliveira Dutra conhecida como Maria Baraúna, vindos do estado de Alagoas, invadindo vários quilômetros de terra, tornado-se donos absolutos. Maria Baraúna mulher forte e corajosa de tradição religiosa mandou preparar o terreno para construção de uma capela que foi feita pelo mestre Zelinho no ano de 1781, o altar foi feito em forma de um ferro de engomar onde foi colocada uma imagem de Nossa Senhora da Conceição comprada em Portugal, onde existe até hoje.
C
erto dia no pequeno povoado de são Boa Ventura, uma grande boiada quebrava a tranqüilidade dos habitantes daquele lugar e aos poucos a pequena ruazinha foi invadida pela chegada da grande boiada destinada a Dona Donária Leite, a frente vinha o jovem rapaz, de boa aparência com seus trinta anos aproximadamente, alvo, olhos vivos e azulados era José Cavalcante de Lacerda Zuza, conhecido por Zuza Lacerda das Brusca, caindo de imediato nas graças de Donária Leite sendo contratado para ser o seu vaqueiro, vindo a ser coronel da guarda nacional. Fez fortuna rápido, para ele o poder maior era o seu gatilho, possuía seu exército particular, enfrentava a força pública estadual ou federal. Em um momento de raiva, para vingar-se do presidente da província que o havia contrariado, deu o grito de independência, criando a República das Estrelas tornando livre do Brasil, toda região de São Boa Ventura até os limites do Estado de Pernambuco, fazendo de Boa Ventura a Capital da nova República. A pequena cidade teve sua emancipação política em 1º de dezembro de 1961, onde recebeu o nome de Boa Ventura.


BoaVenturaPB.com.br com informações







Letra e Música – Teresinha Óton

– 01 de dezembro de 1973


Boa Ventura
Teu nome é glória no porvir
Teu povo bravo
Presta homenagem hoje a ti
No teu passado com harmoniosa tradição
Tiveste assim Boa Ventura
A tua heróica fundação

Boa Ventura
Foste a República da estrela
Um fato histórico em nossa terra assim ficou
Nos orgulhamos e exaltamos a bravura
Do Coronel Zuza Lacerda
Que a Republica aqui fundou

Hoje teus filhos
Comemora com emoção
A data magna da tua emancipação
Torrão bendito que a todos nós vistes nascer
A ti queremos até morrer
Com muito amor e gratidão
Congratulamos a esta terra estremecida
Boa Ventura tão querida
Recebe a nossa saudação

Arranjos: Professor Jacinto e Almir
Mixagem: Ana Ìgela Jacinto do Nascimento
Cantora: Joselandia Soares do Nascimento

BoaVenturaPB.com.br

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Em Nova York a revolta chega à Educação

Em Nova York a revolta chega à Educação
A revolta chega à educação

Leonie Haimson, ativista norte-americana envolvida no movimento "Occupy the DOE", critica domínio corporativo sobre a agenda educacional de Nova York

Beatriz Rey

Desde seu início, o movimento Occupy Wall Street já desembocava, ainda que indiretamente, no campo educacional. Afinal, problemas como a crise econômica e a consequente desigualdade social chegam, de uma maneira ou de outra, à porta da escola. Alguns participantes do protesto, entretanto, resolveram deixar a mensagem mais clara: também é preciso mudar a ordem das coisas no que diz respeito às políticas públicas em educação. Um grupo de aproximadamente 100 pessoas formou o movimento chamado Occupy the DOE (sigla para Departamento de Educação da cidade de Nova York), cujo objetivo é dar voz aos pais, professores e alunos na discussão sobre os rumos da educação na cidade. No dia 25 de outubro, os manifestantes invadiram o The Panel for Education (Painel para Educação), órgão responsável pela aprovação de políticas educacionais junto à prefeitura da cidade (veja, abaixo, vídeo sobre o ocorrido). "Nós forçamos o presidente e os membros do painel a se retirar da reunião", conta Leonie Haimson, diretora executiva da ONG ClassSizeMatters (O tamanho da sala de aula importa, em tradução literal). Leonie está envolvida nos dois protestos, e conta, na entrevista a seguir, quais as principais demandas do Occupy the DOE.



Leonie Haimson, ativista norte-americana: pais, professores e alunos devem ter voz no debate educacional
O movimento Occupy the DOE nasceu dentro do Occupy Wall Street?
Eu diria que o movimento foi uma consequência, um fruto do Occupy Wall Street. Os professores que estavam envolvidos em Wall Street iniciaram a manifestação no âmbito educacional com o objetivo de protestar contra a falta de voz dos docentes e dos pais de alunos no processo de elaboração de políticas públicas. E também contra o domínio opressivo de executivos ricos e operadores de fundos hedge em educação, já que eles advogam e implementam uma reforma educacional que batizamos de "corporativa". Nós identificamos que o aumento da desigualdade e a destruição da economia estão totalmente relacionados às políticas impostas em nossas escolas públicas. Quem elabora as políticas em Nova York são bilionários como Bill Gates, a família Walton (dona da rede de supermercados Wal-Mart) e o próprio prefeito Michael Bloomberg. Eles estão impondo um modelo de negócios específico para a educação, que não leva em consideração o que dizem os professores, os pais e os alunos. E que está prejudicando a qualidade do ensino.

Qual modelo é esse?

Ele é definido pela privatização do sistema educacional, pela política de bonificação docente e pela enorme ênfase nos testes padronizados. Essas medidas estão sendo impostas "de cima para baixo", sem qualquer referência à experiência de professores e pais, que trabalham no chão da escola. O que é interessante é que essas medidas foram justamente as responsáveis, no mundo corporativo, pelo colapso da economia.

Vocês temem que o colapso chegue também à educação?

Acredito que nossas escolas públicas estão tão fragilizadas - especialmente em regiões urbanas - que o apoio político a elas entrará em colapso, e elas serão privatizadas e transformadas em escolas charter. Isso já está acontecendo em New Orleans, no estado de Louisiana. Outra coisa: a política de bonificação por desempenho dos professores é baseada no resultado de testes padronizados feitos pelos alunos. A medida nos levou a uma situação em que o número de casos de colas aumenta a cada dia, além da própria corrida das escolas em busca apenas de melhores resultados nas provas.

Os manifestantes presentes no movimento Occupy Wall Street têm consciência das reivindicações feitas na área de educação?

Alguns sim, outros não. A diversidade de participantes é muito grande. O movimento conta com a presença forte de estudantes universitários, que trazem demandas do ensino superior, como a redução do valor da mensalidade em faculdades e universidades. As reivindicações são diversas, mas elas se encontram em uma única: o poder e a riqueza estão concentrados nas mãos de poucos, ou de 1% da população do nosso país. E são essas poucas pessoas que impõem suas políticas.

Assista ao vídeo da manifestação de professores, pais e alunos no The Panel for Education (Painel para Educação)






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No Brasil, convictos do ensino domiciliar travam guerra judicial - Educação - iG

Não sei por que tanto "trololó"? Tudo neste País anda a passos de tartaruga... Desde o ano de 1996, os pais, mães, responsáveis já poderiam escolher a educação que quisessem para os seus filhos. Com o advento da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394/96, flexibilidade e um novo estabelecimento da relação ensino-aprendizagem é considerado avanço que a LDB propõe, especificamente no artigo 24, inciso II, alínea c, ao permitir que o(a) aluno(a) será classificado(a) em qualquer série ou etapa de ensino, independentemente de escolarização anterior, mediante avaliação feita pela escola, que definirá o grau de desenvolvimento e experiência do(a) candidato(a) e permitirá a sua inscrição na série ou etapa adequada, conforme regulamentação do respectivo sistema de ensino. Ou seja, desde que a escola permita em seu Regimento, devidamente aprovado pelo órgão do respectivo Sistema de Ensino - Conselho de Educação, o(a) aluno(a) pode ser preparado(a) em casa, assistematicamente, e ser avaliado(a) pela Instituição de Ensino que regulamentará os estudos mediante classificação. Avaliação esta, criteriosa, que decidirá a série/ano em que o(a) aluno(a) ingressará no Sistema Regular de Ensino. É simples. Não há nada de inconstitucional. Está na Lei.



No Brasil, convictos do ensino domiciliar travam guerra judicial - Educação - iG:

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Boa Ventura PB - O Seu Portal de Noticias: Faleceu ontem em João Pessoa o senhor Emidio Viana...

Boa Ventura PB - O Seu Portal de Noticias: Faleceu ontem em João Pessoa o senhor Emidio Viana...: Faleceu ontem  dia 23, na cidade de João Pessoa o senhor Emidio Viana, ele era viúvo da senhora Eunice Pinto, deixou dois filhos Gildo e Edi...

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Secretaria da Educação planeja ano letivo de 2011

10-Nov-2010
Sala de reunião da SEEC
O secretário de Estado da Educação e Cultura Francisco de Sales Gaudêncio reuniu-se na manhã desta quarta-feira (10) com os gerentes executivos da SEEC para planejar o início do ano letivo de 2011 da rede estadual.
Ficou acertado que será formada uma comissão para elaborar o calendário letivo e o período de matrículas para os novatos, assim como para os alunos veteranos que serão matriculados automaticamente a partir de 1º de dezembro. Estiveram também presentes a reunião a secretária executiva de Estado da Educação e Cultura Emília Lins Freire e a subsecretária da Educação Christiane Loureiro.
Sales Gaudêncio solicitou dos gerentes a elaboração de um relatório contendo todas as ações da Educação realizadas na atual administração, para prestar constas da gestão e auxiliar na transição do atual governo para a administração que vai se instalar no Estado a partir de 1º de janeiro de 2011. O secretário determinou que os dados apresentados no relatório, tenham transparência e clareza.
Outro assunto tratado na reunião foi com relação à entrega de material adquirido pela Secretaria da Educação e encontra-se no almoxarifado. A determinação é que todo esse material seja levado às escolas até o final de dezembro, para que no início do ano letivo a comunidade escolar possa utilizar esses produtos que são de uso diário da escola, como carteiras, livros didáticos, fardamento, material de consumo, dentre outros que as unidades escolares tenham solicitado a Secretaria.
“Todas essas ações é pensando no funcionamento do ano letivo de 2011”, disse o secretário ressaltando que os dirigentes da SEEC vão seguir um cronograma de visitas as 12 gerências regionais de Educação e Cultura (GRECs) para verificar o andamento das determinações. O secretário convocou os gerentes das regionais para participarem de reunião, nesta sexta-feira (12), em João Pessoa, visando convocar a todos para resolver todas as pendências e acelerar as ações.
O secretário informou também que vai convocar os candidatos classificados no Concurso Público para as disciplinas de Sociologia e Filosofia, de acordo com a necessidade da rede estadual de ensino. Porém, vale ressaltar que só tomarão posse os convocados que preencherem os critérios estabelecidos no edital do concurso. A ação objetiva completar o quadro de docentes das duas disciplinas para que não falte professor dessas áreas, nas escolas, a partir do início das aulas.
Janildes Andrade, Assessoria de Imprensa da SEEC

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Bilac vende sítio

O dono de um pequeno sítio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:

Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor bem conhece. Pode redigir o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu:

"Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer; com extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeiro. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda".

Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.

Nem penso mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio e percebi a maravilha que tinha!

Desisti imediatamente de vender aquele paraíso!

Às vezes alguém chega para nós, e com a palavra certa, com a observação adequada muda nosso ângulo de visão, faz-nos quebrar os paradigmas e, entendemos que certas coisas de que tanto precisamos e achamos não ter, estão bem do nosso lado...

Amar a vida e tudo que nos cerca nunca é demais...




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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

EMPREGO E RENDA: UM DIREITO CIDADÃO PARA LUCENA

*Por Paulo de Tácio

A geração de emprego e renda tem que ser uma prioridade para o próximo gestor de Lucena. A cidade possui hoje um enorme cinturão de desempregados e subempregados, que passam por necessidades prementes, muitos possuindo como renda apenas os programas sociais do Governo federal, que não passam de esmolas e que viciam o cidadão, como diz o poeta popular.

Buscar formas capazes de abrir vagas e melhorar a qualidade de vida das pessoas é uma obrigação do poder público, embora essa responsabilidade seja subsidiária também da iniciativa privada. Mas é através de uma política de atração de novos negócios e de crescimento que se dá o desenvolvimento. E isso é papel da gestão pública.

Tem um trecho de texto de Bertold Brech que diz mais ou menos assim: “Uma cidade pode parecer pequena se comparada com um país, mas na minha, na sua cidade, que a gente começa a ser feliz”. E de fato, a cidade é menor célula federativa, mas nela que começa a cidadania. E não cidadania com fome, miséria, desemprego.

Também não há cidadania sem saúde de qualidade, sem políticas que garantam a segurança pessoal e da família, sem ensino de qualidade, sem ações que permitam que a pessoa humana possua o seu lugar de morar com dignidade. A cidadania que é um direito constitucional precisa ser plena. Melhor, há de ser para todos, indistintamente.

Hoje convivemos com pessoas que estão num estágio de meia-cidadania, como se existisse meia-pessoa, meia-gente, meio-ser-humano. Ou há cidadania ou não existe ser humano. A condição é inata ao viver. E precisamos viver com dignidade, que passa pelo emprego e renda, pela valorização dos profissionais e das pessoas.

Aliás, o próximo gestor de Lucena tem que se preocupar com sua gente. Com a gente que não tem gente que a cuide. Com a gente que necessita do agente público. É preciso se entender que um Governo é feito para as pessoas, para melhorar o IDH – Índice de Desenvolvimento Humano.

As obras estruturantes são absolutamente necessárias, são importantes e urgentes, mas quando se trata de gente tem que ser diferente. A prioridade é maior, visceral, premente. E Lucena tem muita gente à beira da miséria, vivendo em palafitas, em casebres de taipa, em condições sub-humanas.

A educação também precisa ser objeto de uma ação especial, pois a melhor maneira de se mudar o mundo é através da cultura. Raízes culturais temos de sobra, mas precisamos melhorar o ensino, dando oportunidade de escola pública de qualidade para todos. A educação é base para o desenvolvimento, mas ninguém aprende nada com fome, com desemprego familiar, sem o mínimo para sobreviver.

Mas dá tempo mudar esse quadro. Falta apenas a decisão política, o querer, a vontade de fazer. A responsabilidade é de todos, mas nada será feito sem a coordenação do gestor público, sem as ações que a Prefeitura pode e deve tomar. Não importa quem seja o administrador, o que interessa é o resultado final, que a plenitude cidadã, com as garantias de vida com dignidade, do emprego e da renda.


*Paulo de Tácio é jornalista, turismólogo e advogado; pós-graduado em turismo, história e meio ambiente; e doutorando em comunicação empresarial.

(TEXTO PUBLICADO NO SITE WWW.LUCENANAREDE.COM.BR)


PROPOSTAS PARA MUDAR LUCENA

Paulo de Tácio apresenta propostas para mudar Lucena

Construção da ponte Lucena/Cabedelo com a continuação da PB 008, rumo ao Litoral Norte; Zona Franca Portuária; Complexo Pesqueiro-Portuário de Lucena/Cabedelo; embelezamento da cidade com a construção de infraestrutura turística; apoio à piscicultura e à fruticultura; construção de um hospital de pequeno porte e de escolas em tempo integral. Essas são algumas das prioridades defendidas por Paulo de Tácio, que está sendo lançado como pré-candidato a prefeito de Lucena.

Para Paulo de Tácio, não há como se conceber o desenvolvimento do lugar sem pensar nas potencialidades naturais que a cidade possui. “Temos uma tríplice vocação natural, que não podemos desprezar, como a pesca, a fruticultura e o turismo. Porém precisamos explorar melhor outros ganchos de desenvolvimento, como a criação de uma Zona Franca de comércio entre Lucena e Cabedelo, aproveitando-se do canal de escoamento da produção através do porto, para a geração de emprego e renda”, destacou.

Ele garante que a cidade não precisa ficar a reboque de ninguém, mas ressalta, contudo, que o desenvolvimento tem que ser pensado de forma regional. “Fazemos parte da Região Metropolitana da Capital e temos que tirar proveito disso. Não dá mais para se pensar em se desenvolver sozinho. E o Litoral Norte está abandonado do restante da Região Metropolitana”, denuncia, afirmando que lutará para que a Lucena seja inserida em um novo contexto.

- “A criação de uma Zona Franca já tem projeto em Brasília, encaminhado na Câmara Federal. O porto é uma necessidade urgente, enquanto que a ponte e a estrada estão na LOA estadual. Mas se não houver vontade política tudo vai ficar no papel. Não podemos perder esta oportunidade de transformar Lucena numa referência do desenvolvimento regional”, frisou Paulo de Tácio, que é filiado ao PPS., e conta ainda, entre outros partidos, com o apoio de PSD, do vice-governador Rômulo Gouveia, e do PSL, do deputado Tião Gomes.

Paulo de Tácio disse que fará um verdadeiro mutirão político para conseguir realizar as suas propostas, buscando o apoio de todas as lideranças de Lucena e da Paraíba, independentemente de cores partidárias. “Temos que somar esforços, e não perder tempo com picuinhas e outras futricas menores. A cidade clama por mudanças estruturais, avançando nas conquistas já implementadas pelo prefeito Bolão. Agora é a vez de Lucena deslanchar no cenário econômico estadual. Não podemos titubear nem dá marcha-ré. É avançar e avançar”, diz.

Cidade praieira, Lucena sofre com as conseqüências da sazonalidade turística. No verão, segundo Paulo de Tácio, a cidade chega a possuir até 100 mil habitantes, “mas na baixa estação ficamos com pouco mais de 15 mil habitantes. Ocorre que o verão durante mais de metade do ano”, comenta, alegando que o censo do IBGE foi injusto com o lugar por ter feito a pesquisa censitária no inverno, não considerando a população flutuante. O resultado disso, conforme Paulo de Tácio, é que o município recebe o menor índice de investimentos do país.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Eis que a luz entra onde as trevas são evidentes.

Uma moradora do lugar nos falou em lágrimas: “Como pode Jesus vir aqui?” O local não tem saneamento básico e em boa parte da favela não há energia elétrica, o lixo nas ruas sinaliza o abandono.





Bote fé | Revista Paróquias

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EMEF FREI ALBINO: RELATÓRIO 2011 - 1º SEMESTRE


SEGUNDA-FEIRA, 26 DE SETEMBRO DE 2011

RELATÓRIO 2011 - 1º SEMESTRE


1.APRESENTAÇÃO

          O presente documento tem como finalidade relatar as ações pedagógicas, realizadas na Escola Municipal de Ensino Fundamental Frei Albino, desde o início do ano letivo de 2011, expostas a partir do Projeto Político Pedagógico (PPP) e dos seus desdobramentos em projetos, gerados a partir das necessidades da comunidade escolar, tais como: Gestão Democrática na Escola, Educando A Criança Para Uma Vida Livre Das Drogas e Formação Continuada dos Membros do Conselho Escolar.

          Na execução desses projetos, inicialmente, foram elencados alguns temas relacionados com datas significativas para serem trabalhados através de Pedagogia de Projetosforma esta, mais eficiente para planejar a interdisciplinaridade dos conteúdos,seguindo as datas significativas de cada mês, como: fevereiro - Carnaval Frei Albino;março - Mulher na Conquista da Cidadania (alusivo ao Dia Internacional da Mulher); abril-Renascimento e Fraternidade na Preservação do Planeta e do Meio Ambiente; maio- comemoração das mães; junho – Festas de São João.

Outros projetos foram trabalhados à medida que surgiam as necessidades, tais como: Jogos Recreativos (trabalhar a indisciplina e violência no recreio); Aluno Destaque (homenagem a quem mais se destaca no bimestre); Saúde na Escola (atendendo ao Programa Saúde na Escola – PSE); Construindo a Leitura e a Escrita alunos(as) do 3º e 4º ano, com dificuldades de acompanhar os conteúdos curriculares do ano em estudo, por estarem defasados no processo de construção da leitura e da escrita – fotos em anexo), além de outros trabalhos desenvolvidos em forma de atividades inclusive a reformulação do PPP(fotos em anexo). Tendo em vista uma melhor compreensão do leitor, assim o relatamos conforme desenvolvimento nas folhas seguintes.

  1. O DESDOBRAMENTO DAS ATIVIDADES
2.1. REVISÃO DO PRJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
Partindo da necessidade de revisar o Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal Frei Albino, a equipe de Gestores, Especialistas, Professores e alunos da escola, se reuniram no dia 24/05/2011 e, em oficinas pedagógicas realizadas após debates, apresentaram propostas de adequação à realidade ao documento. Veja fotos a seguir:
2.1.1   OFICINA PEDAGÓGICA  PPP EM DEBATE
            Abertura dos trabalhos feito pela Diretora Especialista levanta conhecimento prévio
                   

  Exposição do conhecimento prévio em tarjetas



                Especialistas  expõem o PPP em vídeo            Grupo assite vídeo e debate o PPP
                 



Debates e reconstrução do conhecimento prévio,  em pequenos grupos

                     GRUPO 1                                   Conhecimento sistematizado pelo o grupo                                
                     
                           GRUPO 2                                      Conhecimento sistematizado pelo grupo
                        




GRUPO  3                                                            Conhecimento sistematizado pelo grupo
   





















































2.2  CONSTRUINDO A LEITURA E A ESCRITA

Na execução deste projeto, em um primeiro momento aplicamos atividades de sondagem(em anexo), em seguida,  foi planejado e trabalhado a construção do conhecimento, com atividades de acordo com o nível de aprendizagem de cada aluno(a). Para isto, utilizamos os princípios do construtivismo – A construção do conhecimento se dando de forma consciente através de oficinas pedagógicas focadas na leitura e na escrita, com construção de textos individuais e coletivos.

O tempo de duração que foi planejado não vai ser possível, pois, a sua interrupção vai se dá com o início da escola de educação integral, onde estes alunos(as) terão aulas de reforços no horário oposto, não sendo necessário a interrupções das aulas do ano em estudo, além de outras atividades que constam nos conteúdos programáticos da escola integral, que muito vai contribuir para o desenvolvimento cognitivo, e sócio-cultural e afetivo dos(as) alunos(as).

 As fotos em seguida expressam o que foi exposto, tais como:

2.2.1  OFICINAS PEDAGÓGICAS

                  Um exemplo da atividade de sondagem          Construção de textos individuais
              
          Construção de textos coletivos                            Alunos(as) lêem  texto que foram os autores
               

Estão atentos na construção de textos coletivos
             

Alunos (as) socializam os conhecimentos construídos nas oficinas pedagógicas
        




2.3.  PROJETO: EDUCANDO A CRIANÇA PARA UMA VIDA  LIVRE DAS DROGAS

Este é o relatório do PROJETO: EDUCANDO A CRIANÇA PARA UMA VIDA LIVRE DAS DROGAS, caracterizado como mais  um dos projetos da  escola nota 10.Inicialmente foi elaborado para atender as necessidades da turma do 4ª ano “B” daProfessora Maria Elizabete Nóbrega, além de atender a certificação de um Curso Antidrogas que a mesma cursava. Veja as fotos.

Por ser um tema que está em evidência no cotidiano das crianças, jovens e adolescentes, seu desenvolvimento alcançou um patamar significativo, de modo a ser expandido para o turno da noite, além de se integrar ao Projeto Elos da Sedec, havendo, portanto, esta ampliação foi necessário uma reformulação do projeto e do plano de ação(em anexo).
Na integração ao Projeto Elos, houve o envolvimento de todas as turmas do Fundamental I e EJA, principalmente, no levantamento do conhecimento préviodos(as) alunos(as) em relação as drogas, utilizando a caixa de diálogos, conforme o levantamento abaixo:


2.3.1. TURNO MANHÃ

  • Como as pessoas se viciam em drogas?
  • Como a maconha chega ao País?
  • Existe uma droga mais forte que o crak?
  • Quem inventou a droga?
  • Porque a droga mata?
  • Porque o cigarro faz mal para a nossa saúde?
  • Porque o crak existe?
  • Como a maconha chega ao povo brasileiro?
  • Um homem me ofereceu um papelote de maconha,
  • Qual a droga que tem a maior porcentagem de mortes?
  • Como a droga surgiu no mundo?  --
  • Como deve o jovem largar o vício?
  • Quem fez a droga?  05 Como é que faz? -03
  • O que é droga? 03
  • Por que as drogas existem no mundo? -03
  • Porque as drogas são incentivadas?
  • A droga mata?
  • Existe uma forma de eliminar as drogas?
  • Não fume!
  • Quando a pessoa é viciada em drogas, essa pessoa pode envolver outras pessoas nas drogas?
  • O que a droga faz?
  • De que é feita a droga?
  • O que tem dentro da droga ( cola ) que eles ( usuário) cheiram?
  • Como os usuários usam a droga?
  • 30.As drogas faz muito mal a saúde, e quando a gente vicia perde muitos quilos e depois morre.
  • Eu conheço pessoas que fumam maconha
  • A droga não era pra ser feita porque mata gente no mundo inteiro
  • Se a droga mata, porque as pessoas no mundo inteiro usam?
  • Já tem uso da droga nova em João Pessoa? 02
  • O mundo da droga vale a pena?
  • O que você sabe sobre drogas?
  • Porque o crak existe? 03
  • Quantas substâncias nocivas a saúde tem o cigarro?
  • Qual foi a primeira droga no mundo?
  • Já foi apreendida a nova droga em João Pessoa?
  • Porque as drogas existem?
  • Remédio é droga?
  • Do que é feito o crak? É feito de maconha?
  • O cigarro também é um tipo de droga?
  • Queria saber se uma criança usa drogas
  • Como se viciam nas drogas?


2.3.2. TURNO NOITE

  • Eu quero saber quantas substâncias tóxicas há no cigarro?
  • Concordo com a liberação do uso da droga, tudo proibido se torna curioso.
  • O maior comércio de droga no Brasil, é pelos os jovens de classe média e alta, são os maiores consumidores
  • A droga está matando, qual a solução para as droga?
  • Existe tratamento, o que o gov. tem feito?
  • Por que, as drogas destroem as famílias?
  • A droga é um vício como acabar?
  • O certo é liberar as drogas e cobrar imposto
  • Como surgiu o crak, o que ele causa?
  • Como as pessoas podem se livrar das drogas?
  • A maconha que mal ela faz?
  • Diga não as drogas
  • De onde vêm as drogas?
  • Como entrou no Brasil?
  • Tem chance de acabar com elas, e qual o maior efeito que elas causam?
  • A droga não tem futuro
  • As drogas estão destruindo muitas famílias, que estão demais no nosso país
  • A droga mata, estou fora dela
  • Para de consumir drogas
  • Os viciados em drogas não obedecem aos familiares, quanto mais as pessoas de fora
  • Use droga, mas não mate
  • Não use droga pela sua saúde
  • Era para combater as drogas enquanto estava começando, mas agora não tem mais jeito
  • Será que o governador podia fazer alguma coisa pela população usuária de droga.
  • A escola frei albino precisa de pessoas que entrem nesta guerra contra as drogas
  • A escola precisa de um policiamento para ajudar no combate as drogas
  • Se não tivesse droga não havia tanta violência no Brasil
  • O certo é liberar o uso de drogas
  • Por que não tem um programa para acabar com as drogas para dar um fim neste sofrimento das nossas crianças e adolescente
  • De onde vem às drogas, como são distribuídas, por que há facilidade de encontrá-las?
  • Gostaria que esta  maldição acabasse para sempre
  • Droga é uma droga há muita falta de empregos para as pessoas por isto ela existe
  • Por que o gov. do est. da Paraíba quer pagar o seguro desemprego para os apenados?
  • Por que o poder público não acaba com as drogas/
  • O que o governo tem feito contra as droga?
  • A droga é um vício, como acabar?
  • O certo é libera e cobrar impostos sobre as drogas?
  • Existe tratamento e o que o governo tem feito?
  • Por que as drogas destroem as famílias?
  • Droga é um vício, como acabar?
A seguir, fotos que registraram cada momento:


2.3.3. SOCIALIZAÇÃO DO PROJETO DE PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS     


A professora Elizabete no laboratório de informática expõe vídeos e cartazes sobre drogas
                    

Exposição da produção construída pelos alunos(as)





Na apresentação e socialização do projeto com toda a escola tivemos a preseça da A Apresentação do projeto para a comunidade escolar  
     


Presente,a Coordenadora do Projeto Elos da SEDEC, Profª Fabiana Lucena
 





   
Alunos do 4º Ano “B”



3ª ANO-Professora Lourdinha                     4º Ano “A”- Professor Lúcia

   


 Vice-Diretora e Especialista da escola abrindo a Caixa de Diálogo para contagem e análise das respostas dos alunos


Na reunião de Pais e professores, ocorrida no mês de Junho, o projeto esteve em pauta apresentando a caixa de diálogos.
       

  



2. 4 JOGOS RECREATIVOS

2.5  ALUNO DESTAQUE

2 .6 SAÚDE NA ESCOLA (PSE )



2.      OUTROS PROJETOS E/OU ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA
EDUCAÇÃO INFANTIL E NO ENSINO FUNDAMENTAL

3.1 CARNAVAL  FREI  ALBINO – 2011


Neste ano letivo de 2011 demos início às atividades pedagógicas, utilizando a interdisciplinaridade dos conteúdos, através da pedagogia de projetos com o projeto CARNAVAL NA ESCOLA

principal objetivo desse projeto foi oferecer aos alunos e as alunas da Educação Infantil e Ensino Fundamental I, subsídios necessários à aquisição de conhecimentos, em relação à origem e desenvolvimento dos Blocos Carnavalescos eCarnaval Tradição da cidade de João Pessoa, através dos conteúdos programáticos trabalhados em sala de aula: Blocos Carnavalescos e Carnaval Tradição da cidade de João Pessoa. Para isso foi selecionado alguns blocos, tais como: As Muriçoquinhas de Miramar; Muriçoca de Miramar; Picolé de Manga; Boi do Bessa; Tribo Indígena Guanabara e Caju Maluco.

Os procedimentos metodológicos utilizados foram: Entrevistas com dirigentes dos Blocos Carnavalescos; visita as sedes dos blocos carnavalescos; oficinas pedagógicas; dramatizações; dinâmicas de sensibilização; aulas expositivas; palestras; pesquisas em geral; desenhos; colagens; vídeos;  entre outros. Veja fotos no desenvolvimento deste trabalho.
As atividades foram divididas por turma, como o mostra o cronograma abaixo
TURMAS
BLOCOS
RESPONSÁVEIS
Pré – I
Muriçoquinhas de Miramar
Fabíola/Márcia
Pré – II
Muriçoquinhas de Miramar
Claudinete/Márcia
1º Ano A
Cajú Maluco
Marileide/Neide
1º ano B
Muriçoquinhas de Miramar
Andréia/Márcia
2º ano A
Muriçocas de Miramar
Gabriela/Kerle(Informática)
2º B
Picolé de Manga
Rita/Neide/Leônia
3º A
Tribo Indígena Guanabara
Lourdinha/Cida/Leônia
4º A
Boi do Bessa
Lúcia/Adília(Biblioteca)
4º B
Boi do Bessa
Elizabeth/Francis(Ed. Integrada)/ Isabela(Biblioteca

A culminância das atividades durante o período da execução do projeto ocorreu em 04/03/2011, com apresentação dos Blocos Carnavalescos e Carnaval Tradição; dramatização; sorteios de camisas dos Blocos; distribuição de Dim-Dim de manga; participação de representantes de Blocos Carnavalescos e Carnaval Tradição, como mostram as fotos em anexo.
           A avaliação ocorreu durante o desenvolvimento e no final do projeto, de acordo com a participação e o interesse dos envolvidos no processo.
Educação Infantil – Pré-Escolar em Oficina Pedagógica

   

Testam as máscaras e fazem pose



2.1.1.      1º ANO “A” – BLOCO HOMENAGEADO CAJU MALUCO
Representante do bloco

Oficina Pedagógica - produção de conhecimentos logo após entrevista com os representantes do bloco Caju Maluca
   





Na culminância do projeto
Alunos representam os foliões do bloco com trages típicos


2.1.2.      2º ANO A – BLOCO TRABALHADO: PICOLÉ DE MANGA

   
Alunos(as) assistem ao vídeo do bloco com a monitora de informática e as professoras de Artes e a de classe.

Na culminância, dançam com picolé  de manga


2.1.3.  2º ANO “B” – AS MURIÇOQUINHAS DE MIRAMAR

             SNC00852       SNC00864
             Em oficinas pedagógicas                Expõem suas elaboraçõem


SNC00866
            Na culminância dos trabalhos com o estandarte do Bloco Muriçoquinhas de Miramar



2.1.4.      3º ANO – TRIBO  INDÍGINA GUANABARA

Estandarte da fundação do bloco                           Em visita a Concentração do Bloco
    
Na culminância dos trabalhos professores e especialistas
     

A professora da turma dá os últimos retoques para a apresentação da dança
A dança indígena puxada pelo o professor de artes - Tadeu
     P1030190
Alunos(as) se posiciona para a dança da tribo indígena



2.1.5.      4º  ANO  ‘A” e “B” – BLOCO TRABALHADO: BOI DO BESSA

Após visita a concentração do Bloco de Folia de Rua Boi do Bessa, chegou o momento da construção do conhecimento através das oficinas pedagógicas.
P1030040     
Alunos(as) observam  Catálogo do Bloco           Apresentam produção  sobre o Bloco

3.1.6. CULMINÂNCIA DOS TRABALHOS

        3.1.6.1.    O BOI DO BESSA VEI A ESCOLA BRINCAR COM AS CRIANÇAS
      P1030196

P1030201
Os(as) alunos(as) vestidos com o colete típico do Bloco, dançam e cantam com a alegoria do BOI DO BESSA(ver nos fundos)






3.2   MULHERES NA CONQUISTA DA CIDADANIA

dia_nacional_mulher

No período de 14 a 18 de março de 2011 a Escola Municipal de Ensino Fundamental Frei Albino deu continuidade aos trabalhos com Pedagogia de Projetos, na interdisciplinaridade dos conteúdos. Para isto, foi realizado um conjunto de atividades inerentes ao Projeto: Mulher na Conquista da Cidadania. O qual faz parte dos projetos que integram o Projeto da Escola Nota 10 desta unidade de ensino.

O citado projeto foi elaborado atendendo as determinações da pedagogia de projetos em todos os sentidos, principalmente nos princípios democráticos, considerando a interdisciplinaridade dos conteúdos e a elaboração coletiva envolvendo todos (as) que compõem a comunidade escola.

Este projeto teve como principal objetivo promover atividades pedagógicas que favoreçam ao aluno e a aluna o reconhecimento da igualdade da mulher na sociedade, e subsidiá-los com elementos necessários à construção de uma consciência de gênero no processo de construção da cidadania das crianças da Educação Infantil (Pré - I e II) e do Ensino Fundamental I, assim como o Ensino Fundamental II cujos alunos foram transferidos no mês de abril para compor a nova escola do bairro, a Escola Franscisco Xavier.

A Metodologia utilizada contou com Oficinas Pedagógicasdramatizações,dinâmica de sensibilização, aulas expositivaspalestraspesquisas, vídeos e desenhos.

O final das atividades do projeto se deu no dia 18 com a socialização dos conteúdos no pátio da escola, seguindo a programação:

1.      Abertura pela equipe gestora;
2.      Desfile dos (as) alunos (as) do Pré I e II - Responsável: Fabíola Claudinete;
3.  Coral 1º ano A e B: Andréia e Rita;
4. Poemas - 2º ano A e B: Gabriela Marileide;
5. Dramatização com base no filme Acorda Raimundo... Acorda! 3º ano: Lourinha
6. Dramatização a partir da música Mama África - 4º ano A/B - 5º A/B: Lúcia e Elizabeth Ana Cláudia e Eliza



4/03 Segunda-feira





___________

15/03
Terça-feira




___________
16/03
Quarta-feira

___________





17/03
Quinta-feira



1. 08 de Março – Dia Internacional da Mulher

2. Mulheres importantes “da minha vida” (alunos e alunas)


_____________________
1. Mulheres na lutar pela igualdade - MARIA..MARIA(Milton Nascimento)



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2. Vida da mulher trabalhadora e mãe – Mama África(Chico César)
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1. A exploração da mulher em família e na sociedade/Profissões: Filme - O Sonho Impossível.



_____________________
2. Inversão de “papeis” domésticos e na sociedade (Profissões): Filme - Acorda Raimundo... Acorda!


____________________


3.Homenagear uma mulher importante da minha vida através de uma rosa.





·          Oficinas Pedagógicas
·          Dramatizações
·          Dinâmicas de sensibilização
·          Aulas expositivas
·          Palestras
·          Pesquisas
·          Vídeos
·          Desenhos
·          Colagens
__________________

IDEM



________________

IDEM

__________________

IDEM






__________________

IDEM




__________________

IDEM
Pré – I e II
1º ao 5º ano






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Pré – I
Pré II
1º ano A
1º ano B
2º ano A
2º ano B
3º ano
4º ano A
5º ano B
__________
Pré ao 5º ano

_________
Pré I / II
1º ano A e B
2º ano A e B




__________
3º ao 5º ano





__________

-Pré – I e II
-1º ao 5º ano
Professores(as) do pré ao 5º ano,  Especialistas em Educação, Direção e Técnicas da Informática e da Biblioteca

________________
Professores(as) do pré ao 5º ano,  Especialistas em Educação, Direção e Técnicas da Informática e da Biblioteca
_______________
Fabíola
Claudinete
Gabriela
Marileide
Andréia
Rita
________________
Professores(as) das turmas  Especialistas em Educação, Direção e Técnicas da Informática e da Biblioteca

Professores (as) do pré ao 5º ano,  Especialistas em Educação, Direção e Técnicas da Informática e da Biblioteca


_____________

Professores (as) do pré ao 5º ano,  Especialistas em Educação, Direção e Técnicas da Informática e da Biblioteca
Os conteúdos programáticos foram distribuídos conforme cronograma a seguir:


Portanto, o projeto Mulheres na Conquista da Cidadania foi desenvolvido de forma coletiva e democrática, desde a sua elaboração à conclusão das atividades, conforme fotos a seguir: Apresentações das turmas do Ensino Fundamental I
Portanto, o projeto Mulheres na Conquista da Cidadania foi desenvolvido de forma coletiva e democrática, desde a sua elaboração a conclusão das atividades, conforme fotos        
           
  
   
  
  
 




Aulas utilizando recursos visuais para os alunos do Ensino Fundamental II
Vale salientar que durante o mês de março/2011, as turmas do Ensino Fundamental II ainda pertenciam à Escola Municipal Frei Albino, ou seja, ainda não tinham sido transferidas para a escola integral Chico Xavier. Por isso o projeto “Mulher na Conquista da Cidadania” também foi operacionalizado nas referidas turmas, seguindo outra programação.

TARDE:  ENSINO DO FUNDAMENTAL – II e EJA

Conteúdo programático por dia


DIA
CONTEÚDO
P.METODOLÓGICO
TURMAS
RESPONSÁVEIS
14/03 Segunda.-feira










15/03 Terça-feira
















16/03 Quarta-feira







17/03 Quinta-feira










18/03 Sexta-feira
1. 08 de Março – Dia Internacional da Mulher

2. Vídeo sobre a mulher (mulher mãe e trabalhadora )

1. Mulheres na lutar pela igualdade

2. Escolher uma mulher ( paraibana ou brasileira que se destacou na história na luta pela igualdade de seus direitos.( Nizia Floresta – Potiguar, Elizabeth Teixeira- paraibana, Zabé da Loca- paraibana, entre outras.)



1. Desenvolvimento das atividades através de oficinas.






1. Desenvolvimento das atividades através de oficinas.









Socialização dos conhecimentos construídos durante a semana.

·          Aulas expositivas
·          Vídeos





·          Pesquisas e desenvolvimento de atividades.















1. Elaboração de redação, música ( paródia), peças teatrais, mensagens, confecção de rosas, entre outros.




1. Elaboração de redação, música ( paródia), peças teatrais, mensagens, confecção de rosas, entre outros.







Apresentação dos trabalhos.





6º ao 9º ano, EJA ( diurno e noturno)




6º ao 9º ano, EJA ( diurno e noturno)














6º ao 9º ano, EJA ( diurno e noturno)





6º ao 9º ano, EJA ( diurno e noturno)








6º ao 9º ano, EJA ( diurno e noturno)









Professores(as) do 6º ao 9º ano, EJA Especialistas em Educação, Direção e Técnicas da Informática e da Biblioteca

Professores(as) do 6º ao 9º ano, EJA Especialistas em Educação, Direção e Técnicas da Informática e da Biblioteca











Professores(as) do 6º ao 9º ano, EJA Especialistas em Educação, Direção e Técnicas da Informática e da Biblioteca


Professores(as) do 6º ao 9º ano, EJA Especialistas em Educação, Direção e Técnicas da Informática e da Biblioteca





Professores(as) do 6º ao 9º ano, EJA Especialistas em Educação, Direção e Técnicas da Informática e da Biblioteca












Alunos participam de aula na sala de vídeo

Culminância: A Vice Diretora assistindo a apresentação do jogral por alunos do Ensino Fundamental II

Representação teatral  dos alunos do Ensino Fundamental II



2.2.      PÁSCOA – RENASCIMENTO E FRATERNIDADE NA  PRESERVAÇÃO  DO PLANETA E DO MEIO


Dando continuidade aos trabalhos com Pedagogia de Projeto na interdisciplinaridade dos conteúdos, elaboramos um conjunto de atividades inerentes ao verdadeiro sentido da Páscoa, ao tempo em que foram propiciados elementos que conduzem o(a) aluno(a) a uma reflexão em função a exploração do comercio através de propagandas, onde está em jogo apenas os interesses econômicos. Neste sentido, em onze de abril de dois mil e onze foi iniciada as atividades alusivo à Páscoa, sendo concluídas em vinte e seis de maio de dois mil e onze.

O Plano de Ação foi elaborado para ser desenvolvido entre o período de 11 a 20 de abril do ano em curso, mas não foi possível em razão de uma série de paradas das atividades do ano letivo, no caso, sete dias entre paralisação e greve dos Trabalhadores em Educação, e mais três dias de conserto do piso da escola.



O objetivo principal da escola com este trabalho foi:

1.      Promover atividades pedagógicas que favoreçam ao aluno e a aluna o reconhecimento do verdadeiro significado da Páscoa
2.      Subsidiar os alunos e as alunas com elementos necessários a uma reflexão a cerca da exploração do comércio, quando se utiliza deste momento, de renascimento e fraternidade, para se favorecer com altos lucros.
3.      Oferecer condições necessárias para que os(as) alunos(as) possam adquirir conhecimentos em função da preservação do planeta e do meio ambiente.

Público alvo desta atividade:

  1. Alunos e alunas da Educação Infantil
  2. Ensino fundamental – I(1º ao 4º ano)

Os conteúdos programáticos foram distribuídos da seguinte forma:

Preservação da água
  • Os Milagres de Jesus
  • Preservação da água e do Planeta
  • O Significado da Páscoa e os seus símbolos
  • Exploração do comércio no uso dos produtos relacionados à Páscoa
  • Temas relacionados ao estudo da Páscoa

De acordo com o planejamento interdisciplinar deu-se prioridade as questões relativas à: Artes (desenho, colagem de objetos relacionados ao tema em estudo);geografia - mapas (do continente  onde se deu a morte de Jesus e o brasileiro com as regiões e estados onde se dá o maior número de encenação entre outros); História(historiar fatos daquele momento até os nossos dias); Matemática (quantidade de séculos, de apóstolos, livros bíblicos; quantidade de lucros dos comerciantes no período – pesquisa feita no comércio local e entrevistas a comerciantes etc - subtração/adição/multiplicação e divisão); Saúde(conhecer doenças da época e a alimentação típica que promove a saúde), considerando, portanto, a avaliação e o produto: textos descritivos, mapas, objetos feitos em cerâmica e gesso (criatividade, cartas, listas, gráficos, debates, portfólio com todas as atividades (pasta com alça feita de papel madeira).

Os procedimentos metodológicos deram-se através de:
·         Oficinas Pedagógicas
·         Dramatizações
·         Dinâmicas de sensibilização
·         Aulas expositivas
·         Palestras
·         Pesquisas
·         Vídeo
·         Documentários entre outros

Os recursos utilizados contaram com:

1.      Materiais: Cartolina, data show, vídeos, revistas, jornais, lápis hidrocor, cola, tesoura, internet, papel crepom entre outros.

2.      Humanos: Professoras e professores, alunos e alunas, técnica de informática especialista em educação, bibliotecária e direção.


A avaliação ocorreu durante o desenvolvimento e no final do projeto de acordo com a participação e o interesse dos envolvidos no processo.

Alunos colando produção do conhecimento Elaborada em Oficinas Pedagógicas, À direita assistindo vídeo
 

Professora acompanha atividades dos de alunos especiais

    
Concluímos esse projeto apresentando em anexo o cronograma das atividades, fotos textos entre outros.


CRONOGRAMA
MANHÃ

EMEF FREI ALBINO: RELATÓRIO 2011 - 1º SEMESTRE: 1.APRESENTAÇÃO           O presente documento tem como finalidade relatar as ações pedagógicas, real...