sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Luan - POR UMA GRAÇA ALCANÇADA.



Sempre que você sentir-se só e impotente para RESOLVER determinada SITUAÇÃO ou PROBLEMA, seja de qual ordem for, NÃO SE DESESPERE. Converse com JesusCristo, orando:

 
 

"Meu querido Jesus Cristo, em vós deposito toda minha confiança. Vós sabeis de tudo, ó Pai e Senhor do Universo. Vós sois o Rei dos Reis. Vós que fizestes o paralítico andar, o morto voltar a viver e o leproso sarar. Vós que vedes minhas angústias, minhas lágrimas, bem sabeis, Divino Amigo, como preciso alcançar de vós esta graça que espero, com muita fé e confiança. Fazei, Divino Jesus Cristo, que eu a alcance, pois, necessito muito, por isso vos peço com muita fé (fazer o pedido com bastante fé e firmeza). A conversa convosco, meu grande Mestre, me dá ânimo e alegria para viver. Como gratidão, mandarei imprimir um milheiro desta oração e distribuirei a outros que precisam de vós, para que aprendam a Ter fé e confiança em Vossa Misericórdia. Iluminai meus passos, assim como o sol ilumina todos os dias o amanhecer. Jesus Cristo, tenho total confiança em vós e a cada dia que passa aumenta minha fé e meu amor!"
Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e Glória ao Pai. 

POR UMA GRAÇA ALCANÇADA.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Para que serve a Escola ?



Para que serve a Escola ?


‘Se você não sabe pra onde vai qualquer caminho serve”
(frase dita pelo Coelho para a Alice (Alice no país das maravilhas, de Lewis Carroll, publicado em 1865)

escolhas
INTRODUÇÃO:
No artigo “ Ensino Médio: Desinteresse e Indisciplina”, foi levantado, conforme pesquisas realizadas, algumas causas que contribuem para o desinteresse e a indisciplina no Ensino Médio, tais como:
1) Conteúdos desvinculados da realidade e interesse deles
Consequência: Os jovens não veem sentido na Escola
2) Mal sabem ler e escrever (analfabetos funcionais)
Consequência: adquirem posições de sub-emprego e não criam um projeto de vida
Pesquisas a parte, o fato é que, infelizmente , a questão da indisciplina na sala de aula, ainda não é considerada, pelo Governo, um problema real, que necessita de intervenções rígidas do poder público no sentido de combatê-lo e/ou inibi-lo. Afinal os atos que começam hoje como indisciplina logo culminam em violência e que desemboca muito rápido no caos. E como o Professor e o Gestor poderão gerenciar o caos instalado?
Aulas chatas? O Professor pode fazer mudanças. Aulas descontextualizadas da realidade atual? O Professor também pode fazer mudanças. Funcionamento da organização da Escola e da sala de aula? Os Professores e Gestores também podem implementar mudanças. Porém o que é inadmissível e impossível de fazer é : o Professor e o Gestor resolverem SOZINHOS este problema.
É aí que entram as intervenções vindas “ de cima”, que tenham o caráter e o poder de “Lei”. Que ofereçam o apoio e o respaldo necessários para lidar com o Jovem e a Família, intervenções que possam desatar as mãos dos Professores e Gestores na aplicação correta e na justa medida das consequências, correção e ensino nas infrações disciplinares.
Aqui fica o apelo para que na próxima Reunião de Conselho de Escola, de Sindicato, de Estado, de Governo, de Gabinete, ao invés de colocarem na pauta a discussão das cores das cortinas, seja debatido e proposto soluções para o combate da indisciplina e da violência dentro da Escola.
Mas, por ora, vamos aos números !

O QUE OS JOVENS QUEREM ?
Veja o que os jovens carentes pensam a respeito da Escola conforme pesquisa desenvolvida pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) em parceria com a Fundação Victor Civita:
A) o jovem não vê sentido na escola
B) Menos de 36% veem sentido em Geografia, História, Biologia e Física.
Literatura – só 19% reconhecem como útil
C) 24% dos estudantes não se sentem seguros na escola
D) 76,7% dos adolescentes relatam situações de “zoeira” na sala de aula
E) percepções sobre a escola que podem levar à evasão, além da repetência, são: sensação de insegurança, falta dos professores, bullying e “zoeira”.
Você já perguntou aos jovens o que eles querem? Ou pelo menos o que eles “ acham” que querem? Será que eles só querem diversão ? Só fazer o “ social” ? Será que não querem nada? Ou apenas ainda não querem porque acreditam que não será possível a sua realização ?

ONDE A ESCOLA ENTRA ?
Responda rápido: Como é um martelo? Para que serve? O que posso fazer com ele? Cite 3 coisas legais feitas com o uso do martelo? Como cada uma dessas coisas melhorou a vida das pessoas que as utilizaram? Você sabe usar um martelo? Saberia construir algo com ele? O que seria? Quanto tempo você levaria? Quantas pessoas seriam beneficiadas com o que você viesse a construir com o martelo?
Agora responda as mesmas perguntas substituindo o Martelo pela Escola , analise suas respostas (vai ser interessante se você compartilhar conosco pelo blog ). Depois pegue as mesmas perguntas e faça aos seus alunos e depois debata com todos eles para que eles possam interagir com as opiniões, reflexões e conclusões a que chegarem.
Com este pequeno exercício será possível provocar várias reflexões e chegar a algumas conclusões acerca do uso, da função e dos objetivos da Escola. E ao repetir este exercício com os seus alunos você os incitará a fazer essas reflexões, e ao compartilhá-las com o grupo você e eles, conseguirão ver , claramente, onde encontra-se o nó que precisa ser desatado.
Agora vem o “nó górdio”, ou seja o super nó da questão: o que você pensa da Escola e o que os seus alunos pensam não é a mesma coisa, é por isso que você quer levá-los por um caminho acreditando que está atingindo determinado objetivo, enquanto que eles querem ir por outro caminho, e nesse vai e vém ninguém se encontra, ninguém se acha e todo mundo perde!
No próximo artigo vamos expor como o uso da Transposição Didática pode lhe ajudar.
Enquanto isso fica o desafio para você compartilhar no blog: “ Para que serve a Escola e como ela pode viabilizar a concretização do Projeto de Vida de um indivíduo ?

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Autoavaliação

Autoavaliação: a hora de refletir sobre seu trabalho




Avaliar a própria postura e a prática, com a ajuda da comunidade, é uma maneira de você crescer e se aprimorar como gestor
A avaliação do seu trabalho levou Hélia, de Cuiabá, a ter o apoio de todos na hora de tomar decisões. Foto: Raí Reis
Olhar para si mesma A avaliação do seu trabalho levou Hélia, de Cuiabá, a ter o apoio de todos na hora de tomar decisões
O fim do ano está aí e, com ele, a chance de olhar para a trajetória percorrida pela escola ao longo de 2012. Se você, gestor, já colocou na sua agenda fazer um balanço dos projetos desenvolvidos, dos índices de aprendizagem, da formação docente e da relação com a comunidade, que tal incluir outro tópico nessa lista: a avaliação do seu papel como diretor? Afinal, a sua atuação - assim como os demais itens - é fundamental para o bom andamento da instituição.

A autoavaliação deve ser sua grande aliada, visto que ela permite melhorar os processos para que a escola atinja os seus objetivos de aprendizagem. Outra vantagem do uso dessa ferramenta é contagiar a equipe. "O autoconhecimento é indispensável para que o gestor analise a maneira como toma as decisões e reage diante de adversidades, mostrando a professores e funcionários que todos têm o que aprender no processo de reflexão", afirma José Valério Macucci, professor do Insper - Instituto de Ensino e Pesquisa, em São Paulo.

Uma vez semeada internamente essa cultura, fica mais fácil envolver a comunidade nos processos de avaliação e pedir opiniões sobre os rumos da gestão. Trata-se, portanto, de levar em conta a percepção das outras pessoas sobre a sua atuação - e não somente a sua própria impressão. "Quando nos olhamos no espelho, vemos nossas qualidades, nossos defeitos e abrimo-nos às críticas", afirma Helia Regina Cândido Ormond, diretora da EE Professora Maria Hermínia Alves, em Cuiabá.

Para ajudá-lo nesse processo de autoconhecimento, GESTÃO ESCOLAR preparou os quadros que você encontra ao longo desta reportagem. O primeiro, ao lado, é para você mesmo responder. Os outros são para os diferentes segmentos da comunidade. Lembre-se de que esses modelos devem servir apenas de inspiração. Vale acrescentar novos tópicos de acordo com a realidade da escola e da sua maneira de ser, tomando os devidos cuidados para evitar constrangimentos (leia o quadro na página 3).

Esse processo de análise exige maturidade de todas as partes envolvidas para que não ocorra nenhuma situação de bajulação nem sejam realizadas críticas inconsistentes - e, claro, para que os resultados sejam encarados com profissionalismo. "Quando se tem coragem de ouvir o outro, a escola sai ganhando, pois descobrimos movimentos inovadores", afirma Maria Nilene Badeca da Costa, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).
Pequenos conselhos, grandes transformações

Até a virada de 2009 para 2010, Helia Regina, de Cuiabá, achava que a palavra dela era lei e que, sozinha, dava conta de decidir sobre tudo. Foi durante a inscrição da escola em um prêmio voltado às práticas da gestão que ela questionou essa postura. Procurou a equipe e pediu conselhos. Professores e colegas sugeriram que ela circulasse pela escola, ouvisse mais a comunidade e não deixasse que os assuntos burocráticos roubassem todo o seu tempo.

Não foi fácil. Contudo, Helia percebeu que era hora de mudar. Logo nas primeiras voltas pelo pátio, se deparou com uma infestação de pombas na quadra. Se ela não fosse rapidamente coberta, seria impossível continuar a utilizá-la. Dinheiro não havia. Não fosse a mudança de atitude, talvez esse problema tivesse ficado sem solução. Diferentemente do que costumava fazer, Helia convocou a comunidade para ajudá-la a decidir, contou o drama das crianças no recreio e nas aulas de Educação Física e pediu sugestões. Ficou surpresa: juntos, resolveram solicitar doações e vender cotas a patrocinadores. A solução foi rápida e teve custo mínimo para a escola.

"Como gestora, preciso saber no que estou falhando e conhecer a opinião dos outros para promover melhoras", aprendeu Helia. Com a equipe interna, ela faz reuniões semanais, pede sugestões e registra os comentários. Depois, analisa os apontamentos e reflete sobre o que pode aprimorar. Com os pais, a pesquisa é bem sistematizada: duas vezes por ano, a diretora envia um questionário com perguntas para saber o que eles pensam sobre a atuação dela.

Comprometimento e autorreflexão coletiva
Ao ouvir a opinião da comunidade, Márcia, de Fortaleza, fortaleceu a sua gestão. Foto: Drawlio Joca
Sem receio das críticas Ao ouvir a opinião da comunidade, Márcia, de Fortaleza, fortaleceu a sua gestão
"Como posso achar que sou boa profissional se pais e alunos não estiverem satisfeitos com a minha atuação?", questionava-se a vice-diretora da EMEIF José Carlos de Pinho, em Fortaleza, Jisle Monteiro Berreza Dantas. Em 2006, quando a escola iniciou seu processo de autoavaliação, sua inquietação somou-se à experiência da diretora, Márcia Maria Moura de Araújo, que, em sua carreira anterior como administradora bancária, aprendeu que toda instituição precisa olhar para si mesma para bem funcionar.

Jisle e Márcia trabalham assim: elas pedem para que professores, funcionários e representantes de alunos e pais respondam aos questionários, compilam os dados e aproveitam a semana pedagógica para apresentar os pontos positivos e os frágeis para todos. Daí nasce o plano de ação para o ano.

No início, as perguntas eram fechadas - do tipo "Marque com um X a alternativa correta" - e se baseavam em documentos da Secretaria de Educação. Com o tempo, a equipe adaptou as questões às necessidades da escola e começou a pedir também respostas dissertativas. "Como os gestores podem aproximar a escola das famílias?", "Você tem alguma dificuldade para falar com a direção?" e "Como estão as relações interpessoais na escola?" são alguns exemplos.

Se existe algum receio em receber críticas? "De jeito nenhum", diz Márcia. "Com a consolidação dessa cultura, deixamos de trabalhar de maneira fragmentada e hoje todos são comprometidos com o coletivo e com a aprendizagem."

Da avaliação restrita a um processo amplo e democrático
Ao ampliar as áreas avaliadas, Maria de Fátima, de Marabá, reviu a forma de lidar com o grupo. Foto: Ulisses Pompeu
Equipe mais articulada Ao ampliar as áreas avaliadas, Maria de Fátima, de Marabá, reviu a forma de lidar com o grupo
Na EMEF Basílio Miguel dos Santos, em Marabá, a 495 quilômetros de Belém, até 2009 a autoavaliação restringia-se à discussão que a equipe gestora fazia sobre a própria prática e a atuação dos docentes. "Como não sabíamos como abordar os problemas, criamos alguns constrangimentos", conta a diretora, Maria de Fátima dos Santos Scherer.

No ano seguinte, ela, a coordenadora pedagógica e a orientadora educacional adotaram outra estratégia: propuseram que cada professor avaliasse o próprio trabalho e também o das gestoras. Foi montado um roteiro abordando aspectos relativos à organização dos ambientes, ao relacionamento com os pais e à percepção do espírito de equipe e fatores exclusivos da gestão, com perguntas como: "O que nós, gestores, precisamos fazer e não estamos fazendo para ajudá-lo em sala de aula?" Os alunos também opinaram sobre a maneira de os professores agirem e ensinarem e sugeriram melhorias à escola. "Quando não é possível atender aos pedidos, chamamos as turmas e explicamos os motivos", conta a diretora.

O processo engatou e a novidade de 2012 é a organização dos resultados em gráficos e tabelas, a serem exibidos e discutidos na semana de planejamento, no começo de 2013. Maria de Fátima conclui que, para ela, o grande ganho foi no relacionamento com o grupo: "Eu usava o argumento da transparência para fazer críticas, porém não percebia que magoava as pessoas com a minha abordagem. Precisei rever meu papel como gestora e hoje sei que ninguém precisa ouvir ‘Você não sabe fazer isso’. É melhor - e mais produtivo - perguntar ‘Vamos tentar algo novo? Vamos mudar? Como posso te ajudar?".
Atenção a esses pontos
- Público Todos devem participar. Se a escola for grande, podem ser eleitos representantes dos vários segmentos.

- Tamanho do questionário Quanto mais enxuto, melhor. Até dez questões, no máximo.

- Linguagem Simples e direta, evitando jargões da área da Educação.

- Anonimato Não peça a identificação do respondente para incentivar a sinceridade e resguardar a privacidade. Distribua envelopes-padrão para as respostas e coloque uma caixa em local preservado para recebê-los.

- Prazo para devolução Até dez dias.

- Uso dos resultados Tabular os pontos positivos e negativos, compartilhar os resultados com a comunidade e traçar planos de ação. A algumas demandas, só você poderá atender. Outras vão merecer uma revisão do PPP. Implemente as mudanças - e divulgue-as.
  • Cinco questionários de avaliação
    Para você, diretor
    Autoavaliação

    Acompanho dados de frequência, evasão, retenção e distorção idade-série, usando-os para definir ou repensar metas e estratégias?
    ( ) sim ( ) não

    Fico atento à quantidade de alunos enviados por professores à diretoria?
    ( ) sim ( ) não
    Que leitura faço desse tipo de prática? ______

    Observo o movimento na escola e se há alunos fora das classes nos horários de aulas?
    ( ) sim ( ) não

    Uso os dados das avaliações internas e externas para pensar a proposta pedagógica da escola e discuti-la com meus colegas?
    ( ) sim ( ) não

    Fomento uma cultura voltada à leitura?
    ( ) sim ( ) não
    Como? __________________

    Apoio e ofereço condições para a realização das reuniões pedagógicas?
    ( ) sim ( ) não

    Apoio a realização de reuniões do Conselho Escolar, do Conselho de Classe e da Associação de Pais e Mestres e ofereço condições para que elas aconteçam?
    ( ) sim ( ) não

    Volto minha atenção à aprendizagem, impedindo que os processos administrativos se sobreponham a ela?
    ( ) sim ( ) não

    Faço reuniões regulares com toda a equipe e com cada segmento?
    ( ) sim ( ) não

    Peço a opinião de alunos, pais, professores e funcionários antes de tomar decisões?
    ( ) sim ( ) não

    Sei ouvir críticas e levá-las em conta na mudança de minhas práticas e atitudes?
    ( ) sim ( ) não

    Busco junto à Secretaria de Educação o apoio necessário para aprimorar a qualidade dos processos de ensino e aprendizagem?
    ( ) sim ( ) não

    Solicito a ajuda do Conselho Tutelar sempre que preciso?
    ( ) sim ( ) não

    Participo da organização e abertura das reuniões de pais, observando-as e analisando a frequência?
    ( ) sim ( ) não

    Busco soluções sustentáveis e ecologicamente corretas?
    ( ) sim ( ) não

    Zelo pela acessibilidade de todos os integrantes da comunidade interna e externa?
    ( ) sim ( ) não

    Sou pró-ativo na busca de recursos e parcerias externas, sem ficar apenas na dependência dos repasses de verbas?
    ( ) sim ( ) não

    Busco uma boa organização dos registros escolares, da documentação da escola e da vida funcional da equipe?
    ( ) sim ( ) não

    Zelo pelo patrimônio escolar?
    ( ) sim ( ) não

    Procuro garantir os materiais básicos a alunos e professores?
    ( ) sim ( ) não

    Busco aprimorar minha formação, participando de cursos, seminários, palestras e de atividades culturais?
    ( ) sim ( ) não
    Para os funcionários
    Caro funcionário, sua opinião é muito importante para mim. Não deixe de responder de forma sincera a esse questionário. Obrigado!

    O diretor...

    Faz reuniões regulares com os funcionários?
    ( ) sim ( ) não

    Informa a todos sobre os projetos em andamento e pede a colaboração para que eles se realizem?
    ( ) sim ( ) não

    Acompanha a frequência dos funcionários?
    ( ) sim ( ) não

    Valoriza todos os profissionais, do porteiro ao vice-diretor, reconhecendo e promovendo o potencial de cada um?
    ( ) sim ( ) não

    Entende que todos têm um papel importante na aprendizagem dos alunos?
    ( ) sim ( ) não

    Opiniões e sugestões: _________________________________________________
    Para professores e coordenadores
    Caro colega, suas respostas me ajudarão a melhorar minha atuação como gestor. Conto com suas opiniões e sugestões.

    O diretor...

    Faz reuniões regulares com a coordenação pedagógica?
    ( ) sim ( ) não

    Garante as condições ideais para a realização dos encontros formativos?
    ( ) sim ( ) não

    Entende a escola como lugar de formação continuada?
    ( ) sim ( ) não

    Busca articulação com a coordenação pedagógica para integrar professores de diferentes áreas e séries?
    ( ) sim ( ) não

    Sabe delegar funções, solicitar ajuda e ouvir críticas?
    ( ) sim ( ) não

    Promove uma gestão democrática e participativa?
    ( ) sim ( ) não

    Age com ética e transparência na condução dos processos educativos e administrativos da escola?
    ( ) sim ( ) não

    Observa e promove as questões de segurança e higiene?
    ( ) sim ( ) não

    Dispensa tratamento igual a todos os profissionais, pais e alunos, fazendo cumprir as regras aprovadas no regimento escolar?
    ( ) sim ( ) não

    Faz cumprir o calendário escolar e o mínimo de 200 dias letivos previstos em lei?
    ( ) sim ( ) não

    Incentiva a realização de atividades culturais e esportivas dentro da escola e divulga aquelas que acontecem fora dela?
    ( ) sim ( ) não

    Acompanha a frequência dos professores?
    ( ) sim ( ) não

    Opiniões e sugestões: ________________________________________________________
    Para os alunos
    Querido aluno! Você quer que a escola fique cada vez melhor? Então responda a essas questões!

    O diretor...

    Informa a você e seus colegas sobre o Conselho Escolar e o Grêmio Estudantil, a importância dessas instâncias e como participar delas?
    ( ) sim ( ) não

    Abre as portas da diretoria para que as turmas deem sugestões e opiniões sobre as atividades e os projetos?
    ( ) sim ( ) não

    Circula pelos ambientes da escola e conversa com você e seus colegas?
    ( ) sim ( ) não

    Garante uma escola bonita, agradável e limpa para todos?
    ( ) sim ( ) não

    Promove brincadeiras e atividades de leitura e esportivas nas horas de intervalo?
    ( ) sim ( ) não

    Permite que você e seus colegas tenham acesso a computadores, livros, laboratórios e demais equipamentos da escola?
    ( ) sim ( ) não

    Opiniões e sugestões: _____________________________________________________
    Para a família
    Caros pais, preciso da sua opinião para melhor atendê-los. Por favor, respondam ao formulário e depositem-no na caixa que se encontra na secretaria da escola.

    O diretor...

    Promove reunião de pais em horários adequados à sua rotina?
    ( ) sim ( ) não

    Informa a comunidade sobre os projetos da escola e convida todos a colaborar?
    ( ) sim ( ) não

    Divulga o Conselho Escolar e a Associação de Pais e Mestres e como participar deles?
    ( ) sim ( ) não

    Usa os murais da escola para mostrar o trabalho dos alunos e convidar para eventos?
    ( ) sim ( ) não

    Leva em consideração a cultura da comunidade no projeto educativo da escola?
    ( ) sim ( ) não

    Opiniões e sugestões: _____________________________
    Quer saber mais?
    CONTATOS
    EE Professora Maria Hermínia Alves, tel. (65) 3649-8067
    EMEF Basílio Miguel dos Santos, tel. (94) 3324-4063
    EMEIF José Carlos de Pinho, tel. (85) 3452-1881 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Lei Obriga Pais A Matricular Crianças A Partir De Quatro Anos

A União, os Estados e os municípios têm até 2016 para se adaptarem às mudanças da LEI Nº 12.796, DE 4 DE ABRIL DE 2013, que altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para dispor sobre a formação dos profissionais da educação e dar outras providências.

Art. 1º A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com as seguintes alterações:

"Art.4º........................................

I - educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, organizada da seguinte forma:

a) pré-escola;
b) ensino fundamental;

c) ensino médio; 

A partir de agora a educação básica fica organizada em três etapas: pré-escola, ensino fundamental e ensino médio. Antes, apenas o fundamental e o médio eram etapas obrigatórias..."


  atualizado às 13h03

Nova lei obriga matrícula de crianças a partir dos 4 anos na escola

A lei altera as diretrizes e bases do ensino no Brasil, tornando obrigatória a educação básica entre os 4 e os 17 anos de idade

A educação básica tornou-se obrigatória a partir dos 4 anos de idade Foto: Getty Images
A educação básica tornou-se obrigatória a partir dos 4 anos de idade
Foto: Getty Images

A presidente Dilma Rousseff sancionou lei que determina mudanças nas diretrizes e bases do ensino (LDB), de 1996, ao determinar que a educação básica é obrigatória dos 4 aos 17 anos. Com isso, os pais precisarão matricular mais cedo seus filhos na escola. Antes, a idade mínima de ingresso era de 6 anos.
De acordo com a lei publicada na edição desta sexta-feira do Diário Oficial da União, a educação básica fica organizada em três etapas: pré-escola, ensino fundamental e ensino médio. Antes, apenas o fundamental e o médio eram etapas obrigatórias. Segundo a lei, a educação infantil gratuita será disponibilizada para crianças entre 4 e 5 anos. 
O Ministério da Educação (MEC) informou que foi feita uma "atualização" na LDB, reunindo as emendas aprovadas desde então. Em 2009, a emenda constitucional 59 tornou obrigatório ao governo oferecer a educação básica dos 7 aos 14 anos de idade. No entanto, a União, os Estados e os municípios têm até 2016 para se adaptar às mudanças.
A carga horária mínima para a pré-escola será de 800 horas anuais, distribuída por um mínimo de 200 dias de trabalho educacional, sendo que as crianças devem permanecer na escola por no mínimo quatro horas diárias, ou sete horas no caso de turno integral. A frequência mínima exigida será de 60% do total de horas anuais.
"A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança de até 5 anos, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade", diz a lei. O currículo deverá ter uma base nacional comum que respeita as diversidades de cada região, o que já era válido para o ensino fundamental e o ensino médio.
Alunos com deficiência
A portaria ainda traz uma alteração em relação a um termo até então empregado pelo Ministério da Educação (MEC). A partir de agora, não será mais usada a expressão educação especial, e sim atendimento especializado a educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. 
A lei ainda garante o incentivo para a formação de professores em licenciatura plena. "A União, o Distrito Federal, os Estados e os municípios adotarão mecanismos facilitadores de acesso e permanência em cursos de formação de docentes em nível superior para atuar na educação básica pública", diz a lei.



quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Minha mãe partiu...






PARA A MINHA SEMPRE AMADA MAMÃE

Em 1952 quando ainda namorava com papai. Sentados:José Pinto de Souza(Papai) Ana de Oliveira Pinto(mamãe) e Morena (uma das amigas de mamãe - de Nova Olinda). Em pé: Eunice Pinto de Souza(minha tia)


Ana de Oliveira Pinto com seus filhos:Divani Pinto, Paulo de Tácio Pinto, Dorinha Pinto, Fátima Barros, Socorro Pinto,  e Jossana Pinto


Tudo o que eu escrever é pouco diante do amor, da saudade, da falta e da tristeza que sinto por não tê-la mais aqui. É na certeza de que a ressurreição existe que sei que o céu ganhou uma linda estrela! Já se foram oito anos sem ela, parece ser oito segundos ... ainda dói e muito! É minha pequena homenagem:

Mãe...

Toda vez que eu falo de amor, sabe a primeira pessoa que vem na minha memória? É você, minha mãe. Você faz parte do meu currículo. Costumo dizer que é o melhor livro que eu já li na minha vida.

Minha mãe é minha matriz, não tenho duvida disso. Eu sou uma capelinha pequenininha perto dela. Foi no seu ventre que fui construída, que eu aprendi que fui tecida, que fui sendo gestada. Não tenho mais a oportunidade de olhar para a casa onde eu fui feita, mas a grandeza dessa mulher permanece entre nós. Ela é a pessoa que mais deixou marcas no meu coração e gostaria de lhe dizer uma confissão de amor, dizer do fundo do meu coração: eu te amo, minha querida e tanto amada Mãe! - Texto de Padre Fábio de Melo - Readaptado. 
Com o sogro(Edmundo Tavares de Souza), os cunhados (Edimilson Pinto de Souza e Eunice Pinto de Souza
 e o marido (José Pinto de Souza


Ana de Oliveira Pinto (deitada), sua irmã Maria José de Oliveira (Inã), sua filha Divani Pinto e sua sobrinha Rosélia Lourenço






Ana de Oliveira Pinto com seu esposo José Pinto de Souza e seus sobrinhos:Rosélia Lourenço e Aderson - Em 1996
Pagando promessa no Horto em Juazeiro Norte-com sua nora Vanderléia Garrido, acendendo velas para Padre Cícero

Café da Manhã em dia de aniversário de Paulo de Tácio


Com os netos


Em Boa Ventura no dia do assentamento da placa com o nome da Rua Quitéria Pinto Brandão




terça-feira, 20 de agosto de 2013

Dúvidas de pais e professores sobre a lição de casa



f

Secretaria Municipal de Educação anuncia a proposta de Reforma da Educação


Após 21 anos, alunos de São Paulo terão lição de casa, nota e boletim

O prefeito Fernando Haddad (PT) e o secretário de Educação César Callegari (PSB) apresentaram, na manhã desta quinta-feira (15), um novo programa para a rede municipal de ensino. Chamado "Mais Educação São Paulo", o pacote de iniciativas faz clara referência ao programa de ensino integral do governo federal criado por Haddad enquanto ministro.
As escolas públicas municipais terão um novo regimento geral que mudará a rotina dos estudantes e professores: provas a cada dois meses (bimestrais), lição de casa, notas de 0 a 10 e boletim que poderá ser consultado pelos pais na internet.

PROGRESSÃO CONTINUADA EXISTE HÁ 21 ANOS NA REDE MUNICIPAL DE SÃO PAULO


"O ensino na rede municipal de ensino de São Paulo foi organizado em ciclos em 1992, na gestão da prefeita Luiza Erundina de Souza, filiada então ao PT (Partido dos Trabalhadores). Nesse período, o ensino fundamental de oito anos passou a ter três ciclos: ciclo 1, 1º , 2º e 3º anos; ciclo 2, 4º, 5º e 6º anos e ciclo 3, 7º e 8º anos. Em 1998, na gestão de Celso Pitta, o ensino foi reorganizado em dois ciclos: ciclo 1, correspondendo aos quatro primeiros anos do ensino fundamental, e ciclo 2, aos quatro últimos anos."
Márcia Aparecida Jacomini, no artigo "Por que a maioria dos pais e alunos defende a reprovação?"
"[O programa] procura resgatar ideias boas e velhas e [acrescentar] ideias boas e novas", afirmou o prefeito Fernando Haddad. "[É uma] combinação virtuosa, com resgate de uma escola que passou por um suposto processo de modernização." 
Segundo diagnóstico da Prefeitura, apenas 34% dos alunos apresentam conhecimento adequado ou avançado em português e 27% em matemática. Na 8ª série, 23% estão com nível adequado e avançado em português e 10% apresentam esse resultado em matemática.
As mudanças passam a valer a partir de 2014 e o texto está sob consulta pública (com recebimento de sugestões de mudança) até o dia 15 de setembro.
Há 21 anos, o município havia implantado a chamada progressão continuada, uma concepção em que não há reprovação todos os anos e existem ciclos -- a ideia é que os alunos têm diferentes ritmos e tempos para a aprendizagem. 

Ideias "velhas"

A retenção (reprovação) dos alunos poderá acontecer em cinco momentos -- atualmente, ela só é possível ao final do 5º ano (antiga 4ª série) e ao final do 9º ano (antiga 8ª série). Com as mudanças propostas, um estudante da rede municipal pode ser reprovado ao final dos 3º, 6º, 7º, 8º e 9º anos. 
"Em dois ciclos, havia pouca possibilidade de retenção. [E isso] para mim é ruim porque o aluno perde a referência, o aluno acaba não conseguindo acompanhar seu desenvolvimento no tempo", afirmou Haddad. 
Os alunos também passarão a ser avaliados com notas de 0 a 10 em vez de receberem conceitos como "suficiente" e "insuficiente" -- a média para ser aprovado deve ficar em 5, segundo Callegari.
"Boletim, prova e lição de casa são a melhor estratégia para envolver a família", disse Haddad. "São elementos centrais que se perderam [com o tempo]".

Ideias "novas"

Junto ao retorno de práticas consideradas tradicionais, o governo municipal propõe algumas novidades. As medidas que vão interferir mais diretamente na rotina dos estudantes são a mudança da composição e caráter dos ciclos e a permanência da figura do professor de sala no 6º ano (antiga 5ª série quando os estudantes passam a ter diversos professores em vez de um único responsável pela turma).
A divisão dos anos de escola ficará assim:
  1. Ciclo da alfabetização: vai do 1º ao 3º ano (do antigo pré à antiga 2ª série) e tem como objetivo a alfabetização dos estudantes
  2. Ciclo interdisciplinar: será composto dos 4º, 5º e 6º anos e, como o nome sugere, terá ênfase na abordagem interdisciplinar dos conteúdos (ou seja, um mesmo tema será estudado nas diversas matérias) em projetos. Há previsão de docentes para o desenvolvimento dos projetos
  3. Ciclo autoral: reunirá os anos entre o 7º e o 9º e a intenção é que o estudante esteja preparado para articular os conhecimentos adquiridos de maneira individualizada. Ao final do 9º ano, será elaborado um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), um tipo de produção que é mais usual no ensino superior
Ao manter apenas um professor para as aulas de por português e matemática no 6º ano (antiga 5ª série), a intenção é "fazer uma transição mais suave" entre o os anos iniciais e finais do ensino fundamental. As avaliações nacionais mostram queda no desempenho dos alunos no fundamental 2 -- fase considerada de difícil adaptação para o aluno que deixa de ter um professor de classe e poucas matérias para uma rotina com diversos docentes e disciplinas novas como biologia e história.
A adesão mais ampla ao programa federal de educação integral (Mais Educação) e a implantação de uma rede de formação de professores com cursos semi-presenciais (por meio de um outro programa federal, a UAB - Universidade Aberta do Brasil) são outras "ideias boas e novas" na concepção do "Mais Educação São Paulo".




f

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Evasão nas Universidades


Evasão nas Universidades, por Thompson Mariz

Em matéria recente de jornais ficamos sabendo que as universidades públicas paraibanas vão fazer um mapa da evasão. Ou seja, vão fazer um levantamento dos alunos que desistem dos seus cursos superiores. O objetivo é encontrar soluções para o problema.

Muito bom. Toda ação nesse sentido, seguramente, é importante e servirá para entender e resolver problemas enraizados nas universidades brasileiras. O que ocorre, no entanto, é que além desse tema ser recorrente, o tal “mapa”, salvo melhor juízo, já existe, mesmo que não esteja sistematizado no âmbito de cada instituição e, por conseguinte, no MEC. As IES têm esse mapa e sabem quais as causas, as consequências e as soluções.

Mapear as “razões” da evasão e “encontrar” as soluções para minimizá-las é um desafio não tão hercúleo, mas de fundamental importância se não ficarmos apenas no mapeamento. As soluções nem sempre demandarão grande aporte de recursos. No entanto, sem uma reestruturação profunda dos projetos acadêmicos das IES (Instituições de Ensino Superior) e, em especial, de cada curso, sem reservas, é fato afirmar que pouco, muito pouco resultará esse “mapa”. 

Vamos aos fatos. Como a cultura brasileira é bacharelesca – os jovens são induzidos desde sua tenra infância a ser “alguém” na vida, a ser “doutor” – a grande maioria dos alunos oriundos do ensino público, mal preparados pela Educação Básica, mas ansiosos para chegar à universidade, buscam a solução mais fácil: escolhem o curso com menos concorrência, mesmo que eles não saibam minimamente as atribuições da careira escolhida. Os que obtêm êxitos se deparam com uma realidade brutalmente diferente da até então vivida no ensino médio. Para os calouros não há um sistema orgânico de recepção, para explicar o que é uma universidade, como funciona e quais os direitos e deveres acadêmicos; se existem acomodações e assistência estudantil, se terá direito a residência universitária, a restaurante universitário gratuito, a uma bolsa de demanda social, se há assistência a saúde, enfim, se existe posto odontológico, entre outras tantas duvidas e incertezas.

Adiante, com o transcorrer do semestre letivo, sem nenhuma orientação e sem acompanhamento do seu desempenho acadêmico, suas carências (deficiências), atestadas nas baixas notas auferidas nos exames escolares, aliado a percepção de que não fez a escolha certa do curso, além dos problemas existenciais que todo jovem tem quando sai de casa para morar em outra cidade, vem, como consequência, como resultado: o desestímulo, a decepção, a raiva e o receio de voltar derrotado. Por fim, vencendo seus medos, vem o pior: a desistência, a evasão.
Assim, é acertado dizer: a evasão não é um problema apenas dos alunos, mas do modelo educacional em vigor que está assentado em conceitos que não valorizam o aluno. 

É comum encontrar professores que do alto da sua sabedoria, para não dizer ignorância, já no primeiro dia de aula, ao se depararem com uma sala com 50 alunos, se dirigem à classe, como primeiras palavras: “ainda bem que depois do primeiro estágio (primeiro exame) muitos desistirão”. Ou seja, para muitos professores, professor bom é aquele que reprova, sem falar que existem os que não gostam de corrigir provas. Aliás, bom dizer, o que mais existe nas IES brasileiras são professores que jamais foram preparados para o exercício da docência. Nas IFES o importante é ser doutor, como se o título conferisse ao seu detentor as condições necessárias e suficientes para ser docente e não pesquisador!

A monitoria, antes tão valorizada, hoje é terceira opção para o bom aluno. Primeiro ele quer uma bolsa de iniciação científica (isso lhe dá status), depois, não conseguindo, buscam uma bolsa de algum projeto, sob a coordenação de um professor. Os monitores teriam e têm extrema importância na diminuição da evasão, mas para isso é preciso valorizar essa atividade, inclusive torna-la atrativa, pagando uma bolsa de igual valor as demais existentes.

Oferecer turmas separadas no semestre seguinte para os que não lograram êxito, devidamente acompanhadas por especialistas, bem como ministradas por professores treinados para ministrar disciplinas para repetentes, certamente, é um caminho para diminuir os índices de evasão.
Oferecer boas condições de residência universitária, restaurante gratuito ou subsidiado, bons livros, bolsa de demanda social, acompanhamento mensal do desempenho escolar pelos Coordenadores de Curso, também são ações que poderiam, sem custos adicionais, ser implantadas para ajudar a minimizar a evasão.

Atividades lúdicas, atividades esportivas, atividades culturais, passeios são, certamente, ferramentas aducacionais disponíveis que muito ajudariam.

Bom, também, é registrar que os cursos de Medicina, Odontologia e Direito quase não têm evasão, enquanto os de Licenciaturas, sobretudo de Física e Matemática, são campeões da evasão.

Por fim, quis dizer, que as IES têm parte na responsabilidade das consequências (evasão), mas o responsável primeiro pelas causas é, seguramente, o sistema político, econômico e social implantado no País e a que estão submetidos os brasileiros (estudantes) do interior, bem como para os que moram nos Estados periféricos e pobres e estudam nas escolas públicas. 

Abandonada, esquecida e relegada, nossa Educação Básica, fracionada nas suas competências pela LDB, deixando o Ensino Fundamental para os Municípios e o Ensino Médio para os Estados, não deixa de ser outra principal causa, já que é ela, a Educação Básica, que prepara os alunos que entram nas Universidades, Faculdades, Centros Universitários, Escolas Isoladas, enfim, numa Instituição e ensino Superior – IES. 

Enquanto a Educação Básica não for federalizada, enquanto ela não for de tempo integral, enquanto os seus professores não ganharem 10 (dez) salários mínimos como piso salarial, enquanto os colégios não dispuserem de laboratórios de ciências, de informática, de línguas, de biologia, de química, de física e de matemática, bem assim de boas bibliotecas e áreas de desporto e lazer, haveremos, sempre, de falar em paliativos, buscando soluções para corrigir problemas de “consequências” vergonhosas, em decorrência de “causas” seculares, trágicas e não menos humilhantes.

Prof. Dr. Thompson Mariz
Ex-Reitor da UFCG

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Juliana Pintto inaugura sede própria


Juliana Pintto inaugura sede própria


Juliana Pintto inaugura sede própria


Foto: Reprodução
 
Uma super novidade para quem ama bijouterias. A designer de joias, Juliana Pintto, resolveu atender ao apelo de suas clientes e vai montar a sede própria do seu ateliê. A reforma já foi concluída e, nesta quinta-feira, dia 8 de agosto, às 16h, ela abre as portas do novo espaço. Será um lugar super aconchegante onde irá funcionar uma loja conceitual com acessórios exclusivos. A Juliana Pintto Acessórios ficará instalada na Av. Edson Ramalho, 100, sala106 - Empresarial Tambaú (atrás do Mc Donald's). Estaremos lá para registrar tudo.


Fonte: http://www.revistafashionnews.com/noticias/detalhe/id/7406