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| Escola Estadual João Cavalcanti Sula vista da residência dos Oliveira Pinto |
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| Escola Vista pela parte de trás |
| Lateral da escola |
Após audiência pública realizada no dia 1º de março de 2013 pela comunidade boaventurense com representatividade dos setores público e a sociedade civil de um modo geral em prol da melhoria da infra-estrutura da Escola Estadual João Cavalcanti Sula, oportunidade em que o Estado da Paraíba se fez representar pela 7ª Região de Ensino, foi formalizado na Secretaria Estadual de Educação, no dia 23/04/2013, o processo de número 0012953-2/2013, solicitando reforma geral da Unidade de Ensino. Desde então, o povo da cidade de Boa Ventura convive com incerteza se a reforma tão esperada vai acontecer ou não.
No entanto, apesar de movimentos sociais realizados pela população da cidade e nas redes sociais virtuais contra a demolição do prédio, em vista deste ser o único patrimônio histórico da cidade, atualmente o processo encontra-se no Setor de Projetos da Suplan, com parecer técnico sugerindo demolir e construir uma nova escola no local, aguardando apenas levantamento de orçamento para decisão da Suplan em conjunto com a Secretaria de Educação do Estado.
Nesse ínterim, de março a setembro, a escola já recebeu várias visitas de técnicos e engenheiros do estado e até do secretário de obras da Suplan, mas a tal reforma que todos esperam não chega.
Enquanto isso, os alunos da Escola João Cavalcanti Sula estão assistindo aulas amontoados em espaços emprestados na cidade, comprometendo, dessa forma, o ritmo normal de aulas e de aprendizagem dos mesmos.


Eis a questão: http://www.boaventurapb.com.br/noticias/boa-ventura/7221
ResponderExcluirFiquei sabendo que o Estado deu um prazo até quarta-feira, dia 02/10/2013, para decidir sobre a construção da Escola Modelo Padrão em Boa Ventura, uma vez que os recursos são provenientes do PROEMI – Programa do Ensino Médio Inovador, e não podem ser empregados no Prédio da Escola Emília Diniz, que seria o ideal, porque este pertence ao município; no entanto querem a qualquer custo demolir o João Cavalcanti Sula, que funciona com o Ensino Fundamental, porque já é patrimônio do Estado. Enquanto a gente fica aqui defendendo os nossos pontos de vistas, as autoridades não dão um passo para buscar uma solução conciliadora. Cruzam os braços e ficam “assistindo de camarote” como se aqui estivesse acontecendo uma queda de braço. A verdade é que ninguém até o momento viu nenhum laudo de engenheiro condenando a estrutura atual do prédio.
ResponderExcluirTampouco inexistiu nesse tempo, do mês de março para cá, algum pronunciamento sobre permuta ou gestão compartilhada entre o Estado e o Município, por seus representantes constituídos, no sentido de doação de terreno para a construção da escola modelo. As coisas não estão sendo tratadas com a transparência que o caso requer. Uma vez que o assunto trata de um bem coletivo cuja derrubada será traumática para a maioria da população da cidade, ambas as partes já deveriam ter buscado a melhor forma de solucionar o problema.
Por outro lado, vemos as pessoas se dividirem, não por terem opinião formada no assunto, mas devido ao lado político que “A” ou “B” se posiciona.
Esta bandeira é e deve ser de todos e todas, independente de cor, partido ou religião. A Câmara de Vereadores já deveria ter se pronunciado e procurado intervir junto ao Prefeito e/ou ao Estado sobre o impasse.
Compartilho com todos querem o melhor para a nossa cidade.