quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

CARNAVAL/2013 EM LUCENA/PB


O nosso Carnaval/2013 foi assim...



Lucas Patrício e Socorro Pinto


Lucas Neto deu o apito inicial.








O Bloco "Frevo No Pé", animado por Paulo de Tácio e amigos, mais um ano ganhou as ruas de Lucena, animando o folião




Concentração



Pulamos,dançamos e fizemos muita folia...                   
                            






 


E no dia seguinte...mais frevo...

     Olha a cabeleira do Zezé     




E tome frevo...!!!









     ♫ Vai, vai, vai passando...



     ♫  Essa aí passou,Essa aí passou...




E assim foi com muita adrenalina...

domingo, 3 de fevereiro de 2013

A Voz da Cultura - Tadeu Patrício: COMENTÁRIOS DOS CABEDELENSES SOBRE A IMPLANTAÇÃO D...


Concordo “ipsis litteris” com as palavras do Professor Tadeu Patrício. “Não se constrói uma educação de qualidade sem diálogo, sem ouvir as experiências vividas em cada canto das escolas públicas estaduais da Paraíba”.

O ProEMI  - Programa Ensino Médio Inovador, instituído pela Portaria nº 971, de 9 de outubro de 2009, integra as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE, como estratégia do Governo Federal para induzir a reestruturação dos currículos do Ensino Médio. Segundo a sua proposta, tem como objetivo apoiar e fortalecer o desenvolvimento de propostas curriculares inovadoras nas escolas de ensino médio, ampliando o tempo dos estudantes na escola e buscando garantir a formação integral com a inserção de atividades que tornem o currículo mais dinâmico.

Partindo dos princípios: democrático e de autonomia da escola dada pela LDBEN – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional que delega às instituições de ensino a competência, dentre outras, de construir a sua proposta pedagógica a ser explicitada no respectivo regimento; construir a sua estrutura curricular, tendo em vista sua complexidade, observadas, principalmente, com respeito à base nacional comum porque a construção da parte diversificada fica a cargo de cada escola dentro da especificidade de sua clientela/aluno/a, entendo que é urgente a formulação dos planos das secretarias de estado e prefeituras, voltados para uma educação fundada na participação a que venham despertar o desejo de aprendizagem em todos os indivíduos da pré escola aos cursos profissionalizantes.

Somente quando em todas as instâncias da vida do Estado estiver presente uma educação da PROMOÇÃO DO OUTRO PARA A PARTICIPAÇÃO, o aprendizado poderá ocorrer. Contudo, não adianta implantar ProEMI ou qualquer outro programa que não considere a vontade democrática do povo. Nada imposto de cima para baixo tem resultado satisfatório. Quando somos favoráveis a uma relação humana fundada no respeito e na solidariedade, onde quer que se esteja, os princípios nos acompanham. Assim, a resistência peregrina e o trabalho de formiguinha que a Escola Estadual José Guedes está fazendo são estratégias poderosas de fortalecimento de uma escola pública que respira democracia. Parabéns!!!


Maria do Socorro de Oliveira Pinto Patrício\
Graduação: Lic. Plena Pedagogia \
Pós Graduação: Metodologia do Ensino Superior



“A educação para a participação pode ajudar na morte do ditador que existe no interior de cada pessoa.” José Francisco de Melo Neto




A Voz da Cultura - Tadeu Patrício: COMENTÁRIOS DOS CABEDELENSES SOBRE A IMPLANTAÇÃO D...: Fernando Abath FERNANDO ABATH MESTRE EM EDUCAÇÃO DISSE:  Caro Prof.   Tadeu e demais, Como educador, extensionista e ag...


Alunos Especiais podem ser reprovados ?



Há muitas dúvidas no que se refere à condução e avaliação do trabalho comcrianças deficientes dentro da sala de aula. O conceito de  Educação Inclusiva é relativamente novo no Brasil. Foi a partir de 1994 com a Declaração de Salamanca que o Brasil comprometeu-se juntamente com outros países a assumir o seu compromisso com esse público. Tanto que a nossa LDB  9394/96 é a primeira lei a ter um capítulo reservado a Educação Especial.

Apesar de, a partir de 1996, termos dado o pontapé inicial, com a LDB oferecendo diretrizes gerais para a prática de uma educação inclusiva, de lá para cá várias Portarias, Decretos e Publicações tem surgido, no sentido de nortear e esclarecer como isso deverá ser feito, no entanto, fato é que: estamos longe, com raras exceções, de estarmos praticando a educação inclusiva conforme defendido na Declaração de Salamanca.

Há mais matrículas de crianças com deficiência  e as mesmas aumentam ano a ano, isso é um fato. Porém como estas crianças estão aprendendo ? como estão sendo trabalhadas ? como os Professores as estão avaliando ?

Tanto Professores, Coordenadores e Diretores sofrem com muitas dúvidas no que refere-se a educação de crianças e jovens com deficiência.  Com a proximidade do término do ano letivo a maior delas passa a rondar os Conselhos de Classe: Pode os alunos com deficiência serem reprovados? É obrigatório que eles sejam aprovados ?

Então, antes de responder a estas questões, compartilho uma enquete que  realizamos  onde constaram  três perguntas:

01. Você tem alunos com deficiência na sua sala de aula?
524 Responderam, sendo:
437 ( 83,40%   ) SIM  TEM ALUNOS COM DEFICIÊNCIA DENTRO DA SALA
 88  (16,79%)     NÃO TEM ALUNOS COM DEFICIÊNCIA

02. Alunos com deficiência podem reprovar?
520 Responderam, sendo:
237 (45,58%) responderam que SIM
295 (56,73% ) responderam que NAO

03. Justifique sua resposta.
 Quanto a justificativa, as respostas foram as mais variadas, porém, tanto os que responderam que NÃO pode reprovar, quanto os que responderam SIM pode reprovar, apresentaram na maioria das respostas razões controversas.

O QUE DIZ A LDB 9394/96 (CAPÍTULO V): 

Art. 58 . Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais.
§1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender as peculiaridades da clientela de educação especial.
§2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns do ensino regular.
§3º A oferta da educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil.

Art. 59 . Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais:
I – currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades;
II – terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados;
III – professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns;
IV – educação especial para o trabalho, visando a sua efetiva integração na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para os que não revelarem capacidade de inserção no trabalho competitivo, mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que apresentam uma habilidade superior nas áreas artística, intelectual ou psicomotora;
V – acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis para o respectivo nível do ensino regular.

Art. 60 . Os órgãos normativos dos sistemas de ensino estabelecerão critérios de caracterização das instituições privadas sem fins lucrativos, especializadas e com atuação exclusiva em educação especial, para fins de apoio técnico e financeiro pelo Poder público.
Parágrafo único. O poder Público adotará, como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com necessidades especiais na própria rede pública regular.

 Como você pode observar acima, coloquei em negrito algumas partes para que você dê atenção minuciosa, pois são nestas passagens que o Gestor e Professores encontrarão  a direção inicial para organizarem as adequações que serão necessárias a esses alunos. 

LAUDOS : PARA QUE SERVEM ?

Há um equívoco entre os Professores de que se o aluno apresentar Laudo informando a deficiência o mesmo deverá ser aprovado, pois a criança estaria amparada pelo mesmo.

É preciso ficar claro que o Laudo informa uma condição da criança e não a habilita a passar de ano. Da mesma forma que um Professor não medicará ninguém, e nem prescreverá tratamentos, o médico, por sua vez, não tem preparo para avaliar e responder pela aprendizagem da criança, portanto qualquer laudo emitido pelo mesmo ou qualquer outro profissional da área da Saúde com este objetivo não tem efeito.

Cabe ao Professor de posse de Laudos, juntamente com outros registros, tais como:  avaliações, sondagens, entrevistas e  observações, traçar trabalho pedagógico condizente com as necessidades do aluno e então verificar se o mesmo está apto ou não a ser aprovado.

FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR:

O aluno com deficiência seguirá o mesmo currículo que os demais alunos ? Nem sempre !
Caberá ao Professor elaborar a flexibilização de currículo adequando-o as possibilidades daquele aluno , bem como a seleção dos melhores métodos, estratégias, técnicas de ensino.

Já no que refere-se as adequações de mobiliário, de ambiente, recursos educativos e Equipe de Apoio, caberá ao Gestor da Escola fazer as devidas modificações e/ou ajustes, contemplando no Projeto Político Pedagógico, como este trabalho será desenvolvido, monitorado e mensurado.

Mas o que é flexibilização de Currículo para os alunos que apresentam deficiência ? Não se trata de tirar conteúdos a serem trabalhados ou de reduzí-los pura e simplesmente, e sim de adequá-los,   com pequenos ajustes por meio de estratégias de ensino e procedimentos diferenciados, bem como instrumentos avaliativos diversificados.

ADEQUAÇÕES CURRICULARES:

 Já para os alunos que apresentam um nível mais severo de comprometimento cognitivo , de comunicação e/ou de interação social, os conteúdos deverão ser alterados e/ou ampliados, de modo que  estejam contextualizados ao nível cognitivo do aluno, ou seja, adequado ao seu nível de entendimento, a sua realidade social  e proposto com níveis de desafio tal, que possibilite que o aluno caminhe por este currículo e atinja as metas traçadas para ELE, previamente pelo Professor.

As adequações podem ser relativas aos Objetivos, aos Conteúdos, na Organização Didática, nas Metodologias de Ensino e nos procedimentos de Avaliação.

Lembre-se de uma coisa muito importante: as metas traçadas para a SÉRIE é uma coisa, e as metas traçadas para o ALUNO alcançar durante o ano letivo diferem totalmente.  Isso fará toda a diferença entre ser aprovado ou reprovado.

SERVIÇO DE APOIO ESPECIALIZADO:

É necessário que no contraturno o aluno realize atendimento com profissionais especializados, e que a Escola também possa contar com Especialistas que orientem e deem suporte ao trabalho que o Professor estiver desenvolvendo.

Este serviço não exime a família de providenciar tratamento, terapias, caso necessário, fora da unidade escolar.

PROFESSORES CAPACITADOS:

Não basta matricular os alunos com deficiência em uma sala de aula, sem que o Professor que conduzirá o trabalho não for preparado, capacitado, orientado a planejar e desenvolver o trabalho em questão.

Os Professores relatam que sentem-se frustrados e sozinhos, pois são cobrados como sendo os únicos que devem fazer algo a respeito. Geralmente o Gestor não oferece o apoio que o Professor precisa, e nem disponibiliza capacitações para melhor instrumentalizá-los a trabalhar com esses alunos.

Incluir é uma tarefa da Escola como um todo, no seu Projeto Político Pedagógico, nas suas adequações físicas e de mobiliário, na aquisição de recursos materiais, no oferecimento de Equipe de Especialistas, na criação de novas metodologias que atendam esses alunos, na seleção de instrumentos de avaliação, no estabelecimento de critérios de aprovação/reprovação,  bem como na capacitação do Professor que trabalhará diretamente com esses alunos.

A Lei só poderá ser cumprida na sua integralidade , e a Inclusão realmente praticada, se todos os elementos que a viabilizem  estiverem sendo contemplados.

AVALIAÇÃO:

A avaliação de um aluno com deficiência deve partir das metas anteriormente traçadas para que ELE atinja. Lembre-se, o Curriculo foi Flexibilizado e Adequado para ele com metas específicas . Assim a Avaliação mais justa que deverá ser feita é a Processual.

Os instrumentos para esta avaliação seriam: Observação com base nos objetivos que foram traçados para o aluno, portfólios, análise da produção escolar, registros do professor em diferentes momentos da prática pedagógica e quaisquer outros instrumentos que possibilitem  a verificação qualitativa dos  progressos alcançados pelo aluno.

O Professor também deverá considerar todos os avanços alcançados durante este percurso no que refere-se aos: aspectos do desenvolvimento  (biológico, emocional, comunicação, etc), motivação, capacidade de atenção, novas estratégias que o aluno desenvolveu para solucionar e/ou superar determinados desafios.

APROVAÇÃO E REPROVAÇÃO:

Se a avaliação é processual, ou seja, do percurso, então é correto afirmar que para cada etapa deste percurso o aluno terá um tempo e  ritmo próprio, o qual não se enquadrará nos tempos pré-definidos, os quais chamamos de Bimestres e Séries.

Assim é totalmente possível que no final do ano letivo o aluno tenha  atingido as metas de apenas uma parte dos objetivos propostos para Ele, e que portanto deverá dar continuidade na sua caminhada para alcançar o restante. Isso poderá  ser feito tanto na atual série onde se encontra, quanto na próxima série, porque ele sempre caminhará em relação a Ele próprio e nunca em relação a série onde está matriculado.

Quando adotamos esta perspectiva, as metas do Aluno, constatamos que, mesmo que seja auferida nota para mensurar esses progressos, esta nota refletirá a qualidade dos resultados alcançados e nunca a quantidade de conteúdos trabalhados.

 Caso este aluno esteja em um modelo de progressão continuada o mesmo caminhará de uma série para outra conforme determinado neste modelo educativo.

Para os alunos que são aprovados baseados na aferição de notas, então deve ser levado em consideração tudo o que já foi dito até o momento. Portanto, é possível sim que um aluno com deficiência, caso não tenha atingido as metas estipuladas para Ele.

O fato é que qualitativamente falando o aluno sempre progredirá e atingirá alguma meta, no entanto, se a Escola  adotar o método quantitativo para avaliá-lo então o mesmo poderá ser reprovado. Mesmo assim esta reprovação deverá ser analisada profundamente e sejam pesados todos os dados, pois acima de tudo é necessário que haja o bom senso da escola, dos profissionais envolvidos bem como o consenso dos pais.

TERMINALIDADE ESPECÍFICA:

Determina a Lei que o aluno, independente dos objetivos atingidos e/ou da série cursada  e esgotados todos os recursos para o seu avanço, deverá receber a Certificação de Terminalidade Específica.

A idade mínima para conceder tal Certificação é de 16 anos, e a idade máxima é de 21 anos, e deverá ser concedida somente após  a apresentação de Relatórios detalhados do desenvolvimento acadêmico do aluno em questão ao longo de toda sua trajetória na Escola, bem como apresentadas as justificativas para a emissão da Terminalidade Específica.

CONCLUINDO:

Como você observou, a questão é complexa e profunda como tudo o que se refere à aprendizagem e à inclusão.

Cada Escola, conforme suas possibilidades se organizará para contemplar a inclusão de cada aluno, levando em consideração as suas particularidades e necessidades, e então traçará modelos de desenvolvimento do trabalho pedagógico e de avaliação que sejam justos com esse aluno, respeitando-o em suas habilidades e necessidades.

E na sua Escola como este trabalho é desenvolvido? Sua Escola está com você nesta questão, ou você está sozinha ? Relate no Blog.

LEGISLAÇÃO:
 Legislação Ed.Especial
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12716&Itemid=863
LDB 9394/96 – CAPITULO EDUCAÇÃO ESPECIAL
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei9394_ldbn2.pdf
Portaria Conjunta CENP/COGSP/ CEI, de 6-7-2009
Dispõe sobre a Terminalidade Escolar Específica de alunos com necessidades educacionais especiais na área da deficiência mental, das escolas da rede estadual de ensino e dá providências correlatas.
http://www.dersv.com/portaria_conjunta_terminalidade_escolar.htm


A Indisciplina, Cidadania, Moral e a Ética



A Indisciplina, Cidadania, Moral e a Ética
Que a indisciplina está correndo solta na sala de aula, dentro da Escola e no entorno da Escola, é de consenso geral entre os Professores.  Infelizmente, dado o descaso com que a indisciplina  é conduzida e tratada pelas autoridades, imputou-se ao Professor e às Escolas a responsabilidade de solucioná-la.

O que talvez, nem o Poder Público e nem as Famílias estejam vendo é que a indisciplina de HOJE, é a VIOLENCIA não mais de AMANHÃ, mas de HOJE mesmo.

Até há bem pouco tempo, acreditava-se que a violência só ocorria à noite, e em pontos e situações isoladas.
HOJE, está violência está dentro das salas de aula, dentro das Escolas, no meu e no seu Bairro, na minha e na sua rua. Ela está assustadoramente próxima de nós.

Os jovens atualmente desafiam e desrespeitam os Pais, quando chegam na sala de aula fazem o mesmo com os  Professores ,e o que começou com comportamentos de  desrespeito e indisciplina, desemboca na Comunidade na forma de  violência explícita contra o cidadão.

Depois que o problema sai do controle de quem é a responsabilidade de solucioná-lo ?

E antes do mesmo ocorrer, de quem é a responsabilidade de prevení-lo ?

Veja abaixo a matéria que foi publicada no Jornal A Folha de São Paulo de Brasília:
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O Senado aprovou na quarta-feira (14) projeto que obriga as escolas da educação básica a oferecerem as disciplinas de Ética e Cidadania Moral e Ética Social e Política. O projeto altera a Lei de Diretrizes e Bases da educação brasileira ao tornar as duas disciplinas obrigatórias nas escolas brasileiras.
Instituída durante a ditadura militar (1964-1985), a disciplina de “Moral e Cívica” deixou de ser obrigatória no país em 1993. No decreto de sua criação, o governo militar dizia que a disciplina tinha entre outros objetivos “a preservação dos valores espirituais e éticos da nacionalidade” e o “fortalecimento da unidade nacional”.

O MEC (Ministério da Educação) é contrário ao projeto por considerar que a inclusão de duas novas disciplinas vai promover um “inchaço” nos currículos escolares. Em nota técnica enviada a senadores para criticar o projeto, o ministério diz que o calendário de 200 dias letivos fixado pela Lei de Diretrizes e Bases da educação não comporta novas disciplinas.

A proposta havia sido aprovada em caráter terminativo pela Comissão de Educação do Senado em setembro, mas o líder do governo, Eduardo Braga (PMDB-AM), pediu sua votação em plenário.
Autor do projeto, o senador Sérgio Souza (PMDB-PR) aproveitou o esvaziamento do plenário nesta quarta-feira, véspera de feriado, e conseguiu incluir a matéria na pauta de votações. O senador disse que tinha o apoio dos líderes partidários para votar a matéria. O projeto segue agora para análise da Câmara dos Deputados.

Em defesa da proposta, Souza afirmou que a inclusão das disciplinas tem o objetivo de fortalecer o sistema educacional brasileiro ao priorizar a “formação moral e ética das nossas crianças”.
“Queremos fortalecer a formação de um cidadão brasileiro melhor: pela formação moral, ensinando conceitos que se fundamentam na obediência a normas, tabus, costumes ou mandamentos culturais, hierárquicos ou religiosos; por outro lado, pela formação ética, ensinando conceitos que se fundamentam no exame dos hábitos de viver e do modo adequado da conduta em comunidade”, afirmou o senador.

Relator da proposta e ex-reitor da Universidade de Brasília, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) defendeu o projeto ao afirmar que os problemas “cruciais” da sociedade só serão solucionados com políticas educacionais voltadas para a formação moral e ética das crianças e jovens.

“Dada a presente desagregação social pela qual passamos, representada pela atual crise de valores humanos, faz-se necessário que a escola oriente a formação do caráter dos nossos jovens, fortalecendo a formação dada no núcleo familiar”, disse.
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Você acredita que a inclusão desta nova disciplina, por si só, garantirá a formação moral e ética das crianças e jovens?

Contrariando a afirmação do Senador Cristovão Buarque, creio que há sim uma desagregação social,  porém a atual crise de valores humanos dá-se pela desagregação da Família e da mídia para com esses valores.

Não é justo incumbir  apenas o Professor de remediar  e fortalecer uma educação moral que já não existe nos Lares e  nos meios de comunicação, pois não cabe ao Professor o papel de executor desta tarefa.

Viver em Sociedade requer também compartilhamento de responsabilidades e deveres.

Assim sendo pergunto: Quando será criada a Lei que determina que os Pais e a Mídia também recebam aulas de Cidadadia, Moral e Ética ?

E você, o que acha?

 FONTE:http://www.sosprofessor.com.br/blog/a-indisciplina-cidadania-moral-e-a-etica/

Avaliação Diagnóstica, Formativa e Somativa



Avaliação Diagnóstica, Formativa e Somativa


O ano letivo começou, e então você já deve estar pensando, “ começa tudo de novo, e terei os mesmos problemas que tive no ano anterior”. Bem, se essa é a sua atual visão das coisas, quero lembrar que a definição de loucura é “fazer tudo do mesmo jeito e esperar que o resultado saia diferente”. Assim sendo, se você fizer exatamente o que fez no ano passado, certamente colherá os mesmos resultados ao longo deste novo ano.
Ocorreram problemas de indisciplina ? Baixo aprendizado ? Se a resposta foi SIM para uma das perguntas ou para ambas então você precisa repensar a sua prática atual ! E a melhor maneira de fazer isso é perguntar-se: “ como os meus alunos estão chegando ? quem são eles? O que eles já sabem? O que precisam aprender ? como eles poderão aprender melhor ? “.
Lembre-se que  o Planejamento não é sobre você ou suas necessidades. Quem dita o quê e o como, são os alunos. São as necessidades DELES que precisam ser atendidas. Para isso é preciso investigar e encontrar as respostas para as perguntas que foram feitas anteriormente.
A ferramenta que você usará para responder a essas perguntas é realizando a Avaliação Diagnóstica. Não importa a matéria que você leciona, ou o grau de ensino. Quer seja no Infantil, Fundamental, Médio, Técnico ou EJA, a Avaliação Diagnóstica presta-se ao mesmo objetivo: diagnosticar, verificar e  levantar os pontos fracos e fortes do aluno em determinada área de conhecimento.
É importante frisar que, infelizmente, muitos Professores utilizam apenas prova escrita para a realização desta avaliação. Quando na verdade existem mil e uma maneiras de realizar este levantamento de forma que os resultados sejam mais verdadeiros que aqueles levantados em uma mera prova escrita.
Esta avaliação não se restringe apenas ao início do ano letivo, porém deve ser usada ao longo do processo de aprendizado, para isso lance mão de  dinâmicas, jogos, debates, desafios, apresentações, vídeos, produções musicais, construção de maquetes, resolução de problemas, brincadeiras, criação de blogs, fórum,  etc.
Quando utilizada no início do ano letivo a avaliação diagnóstica fornece dados para que o planejamento seja ajustado e contemple intervenções para retomada de conteúdos, ou realização de encaminhamentos para reforço escolar, e até mesmo para Especialistas (Psicólogo, Fonoaudiólogo, Psicopedagogo), e quando feita ao longo do ano possibilita que tanto o aluno quanto o Professor possam refletir sobre a utilização de novas estratégias de aprendizado.
Jamais os dados da avaliação devem ser usados para classificar ou rotular o aluno em “aluno bom”  ou “ aluno ruim”. O Professor deve ter em mente que a avaliação oferece um momento de aprendizado para ambos, professor e aluno. Enquanto Professor é possível verificar quais estratégias estão ou não funcionando, além de ser possível constatar quais hipóteses os alunos estão levantando na internalização e construção de determinado conceito.
Já para o aluno, com o devido feedback do professor, torna possível  a compreensão e mensuração do conhecimento adquirido e quais hipóteses são verdadeiras ou falsas, para que o aluno possa descartar as falsas hipóteses e fique focado naquelas que o levarão ao aprendizado do conceito estudado. O feedback do professor lança a luz, clareando  os chamados “ pontos cegos”  em que o aluno se encontra tornando possível, assim, o avanço para a etapa seguinte do processo.
Nesta etapa a avaliação inicialmente diagnóstica, evolui para uma avaliação formativa, onde  o processo de descoberta  que  induz a  novas elaborações de aprendizado, sempre mediadas pelo professor,  é o que de fato importa e conta.
A Avaliação Formativa é o  tipo de avaliação que deveria prevalecer dentro das Escolas, por ser mais justo e atender de fato às necessidades dos alunos. Infelizmente, o que vemos é o uso da avaliação somativa, cujo único objetivo é meramente alcançar determinada nota para “passar” de ano, os alunos são rotulados pelas notas que alcançam e não são auxiliados onde de fato precisam de ajuda.
Por isso, antes de chegar “ ditando” o que você irá ensinar, comece em “ perguntando” o que os alunos já sabem para levantar o que eles de fato “precisam” aprender.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:
HOPFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à Universidade. P. Alegre. Educação e Realidade. 1993.
LUCHESI, C. Verificação ou Avaliação: o que pratica a escola? A construção do projeto de ensino e avaliação, nº 8, São Paulo FDE. 1990
WERNECK, H. Se você finge que ensina, eu finjo que aprendo. Vozes.Petrópolis. 1994.


FONTE: http://www.sosprofessor.com.br/blog/avaliacao-diagnostica-formativa-e-somativa/

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Pensando bem...: HORA E VEZ DA MULHER



TERÇA-FEIRA, 8 DE JANEIRO DE 2013

HORA E VEZ DA MULHER

Alvorece 2013 e no judiciário da Paraíba sopram novos ventos, já que desde o ano passado, o Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba escolheu a nova Mesa Diretora para o biênio 2013/2014.

Pela primeira vez uma mulher conduzirá os destinos do Poder Judiciário paraibano no exercício permanente da presidência do Tribunal de Justiça, minorando os efeitos das barreiras impostas por uma sociedade patriarcal.

Trata-se da Desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti, natural de João Pessoa-PB, filha de Maria Alice Moraes Bezerra Cavalcanti e de Antônio Waldir Bezerra Cavalcanti. É esposa do ex-governador José Targino Maranhão e mãe de Maria Alice Bezerra Cavalcanti Maranhão e Leônidas Bezerra Cavalcanti Targino Maranhão.

Vem de longe as conquistas inéditas da Desa. Maria de Fátima, rompendo os paradigmas do Poder Judiciário, eis que em 2002, assume o Cargo de Desembargadora, nomeada por merecimento pelo então Presidente, Des. Marcos Souto Maior, levando consigo a honra de ser a primeira mulher a exercer o cargo nas hostes do Tribunal de Justiça da Paraíba.

Antes de ser nomeada desembargadora, a novel presidente teve longos serviços prestados ao Judiciário, começando a carreira da magistrada em 1984, na Comarca de Pilões-PB, após ser aprovada em 1º lugar no 43º Concurso de Juiz de Direito.

Em seguida, atuou em caráter provisório, como Juíza Plantonista e Substituta, na Comarca de Guarabira-PB, depois juíza das comarcas de Rio Tinto, Bayeux, Campina Grande e de João Pessoa, nessa última exercendo a Diretoria do Fórum, por escolha do Presidente, Des. Marcos Souto Maior, sendo também, a primeira mulher a exercer a Diretoria do Fórum da Capital.

Agora, mais uma vez ultrapassa novos limites, pois é a primeira mulher a exercer a presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba, sucedendo o Desembargador Abraham Lincoln da Cunha Ramos, que conduziu com maestria aquela Corte.

A nova presidente tem nas mãos grandes desafios, dentre eles a implantação do processo informatizado para todas as instâncias e comarcas do Estado da Paraíba, passando criação de novos cargos, nomeação de servidores e juízes, já que um dos maiores problemas é a escassez de recursos humanos. Outro desafio será desentravar os processos que tramitam na polêmica vara distrital de Mangabeira.

O desenho da administração da próxima presidente do TJ-PB, é de luta incessante pela celeridade processual e investimento na capacitação e melhoramento dos recursos humanos.

Para desfraldar essas bandeiras, a desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti, contará com os competentes e estudiosos Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira na Vice-presidência e Des. Márcio Murilo da Cunha Ramos como Corregedor Geral, que com toda certeza contribuirão exemplarmente.

A advocacia paraibana tem plena confiança na nova Mesa Diretora do TJ-PB, que manterá dialogo constante com a categoria e implementando o acatamento às prerrogativas institucionais garantidas na Constituição e Estatuto da Advocacia.

Á nova presidente, nossos sinceros votos de pleno êxito no comando difícil do Tribunal de Justiça da Paraíba, para que materialize a pena da Poetiza Goiana, Cora Coralina: “Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores.”


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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

FELIZ OLHAR NOVO



FELIZ OLHAR NOVO(Carlos Drummond de Andrade)

"O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história. O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA. Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais... Mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar ch......ateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Quero viver bem. O ano que passou foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal. Às vezes se espera demais das pessoas. Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor machucou. Normal. O próximo ano não vai ser diferente. Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança? O que eu desejo para todos nós é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência! Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim... Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou,passe-o para a categoria três, a dos colegas. Ou mude de classe, transforme-o em conhecido. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém. O nosso desejo não se realizou? Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro: CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE). Chorar de dor, de solidão, de tristeza faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes. Desejo para todo mundo esse olhar especial. O próximo ano pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro. O próximo ano pode ser o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!! Feliz olhar novo!!! Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade somente se fizermos jus e acreditarmos neles!"
Desejo de todo o coração a mais absoluta conquista de seus sonhos e todas as suas realizações neste ano que se inicia; que Jesus ilumine a sua caminhada durante o ano de 2013.
Um lindo Ano Novo para você, repleto de paz, sabedoria e harmonia em seu lar.
 Socorro Pinto 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Formatura do ABC de Lucas Neto




Formatura do ABC de Lucas Neto

Aconteceu no dia 14/12/2012, no Sonho Doce Doceria e Recepções, a formatura do ABC da escola João Machado Colégio e Curso, sob o título: Doutores do ABC. Momentos de felicidade e emoção marcaram a cerimônia que contou com a presença de alunos, professores, pais, familiares e amigos dos formandos que sentiram-se realizados numa noite de alegria com uma grande festa e ornamentação. A escola está de parabéns pela dedicação e motivação às crianças  que receberam os anéis de seus padrinhos e proferiram o juramento. Foi um momento mágico em que pais, mães e avós como eu encheram-se de emoção ao verem e participarem dos primeiros passos de uma longa caminhada que se inicia.
Lucas Neto homenageou os professores da escola com a leitura de uma mensagem, demonstrando orgulho para os pais.
Os formandos receberam diplomas de formatura e dançaram a valsa com seus padrinhos.


Bolo de Formatura
Lucas Neto com o Avô Lucas Patrício, exibindo o Diploma
Juramento
Apontando o nome na placa
No Coral, cantando músicas natalinas
Hora do brinde
Hora triunfal da descida, com os pais e a irmã
Homenageando os professores da escola, lendo uma mensagem
Com os pais: Gleydson e Cristiane e com a irmã Maria Luisa
Com os colegas: Gabriel Queiroga e Gabriel Mesquita
Hora da Valsa com Mamãe Cristiane
Com Vovó Socorro Pinto
Com a irmã Maria Luisa
Com a Tia-avó Divani Pinto
Com Tia Juliana
Com Tia Gleydça
Com as tias e a mãe
Com a Prima Sarah
Com a Prima Carla
Com a Tia-avó Ilma
Com a Prima Priscilla
Com a colega Maria Clara
Com as Tias Monique e Juliana
Com Tia Divani
Com Tia Monique
Com a Colega Carol
Com Gabriel Queiroga
Gleydson, Cristiane, Paulo Varandas e Valkyria (pai e filha donos da escola), Socorro Pinto e Lucas Patrício